Última Hora
• Mendonça explica ao STF ordem para identificar pessoas em relatório da PF que cita Alexandre de Moraes • As alas do STF: saiba quais ministros estão de cada lado na atual crise • A defesa de Alexandre de Moraes antes da sessão no STF que definirá seu futuro • EUA confirmam ter colocado pela primeira vez armamentos no espaço • Há 6 anos: Washington, D.C. • Por que há o temor sobre IA acabar com a humanidade — e existe mesmo o risco? • Confira a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (15) • Emmy 2026: confira a lista completa dos ganhadores do prêmio que consagrou a série O Segredo de Widow's Bay • Mendonça explica ao STF ordem para identificar pessoas em relatório da PF que cita Alexandre de Moraes • As alas do STF: saiba quais ministros estão de cada lado na atual crise • A defesa de Alexandre de Moraes antes da sessão no STF que definirá seu futuro • EUA confirmam ter colocado pela primeira vez armamentos no espaço • Há 6 anos: Washington, D.C. • Por que há o temor sobre IA acabar com a humanidade — e existe mesmo o risco? • Confira a agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira (15) • Emmy 2026: confira a lista completa dos ganhadores do prêmio que consagrou a série O Segredo de Widow's Bay
Ver Todas

Brasil deve dobrar investimentos para zerar déficit em infraestrutura

Atualizado em 15/09/2026 às 14:35 schedule 3 min de leitura visibility 6 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O Brasil precisa mais que dobrar os investimentos em infraestrutura para reduzir o déficit histórico do setor e se aproximar dos padrões internacionais. A conclusão é do estudo Financiamento dos Investimentos em Infraestrutura no Brasil, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que propõe um novo regime de financiamento para ampliar a participação do capital privado e sustentar projetos de longo prazo.

Em 2024, o país investiu R$ 266,8 bilhões em infraestrutura, o equivalente a 2,27% do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo a CNI, seria necessário elevar esse patamar para 4,65% do PIB, cerca de R$ 550 bilhões por ano, e mantê-lo por pelo menos duas décadas. Do total investido no ano passado, R$ 188,1 bilhões (70,5%) vieram do setor privado, enquanto R$ 78,6 bilhões corresponderam a investimentos públicos, com Estados e municípios respondendo pela maior parte dos aportes públicos.

Para a entidade, nenhuma fonte de recursos, isoladamente, é capaz de atender às necessidades do país. O novo regime deveria combinar recursos públicos e privados, ampliar o mercado de capitais e criar condições para investimentos de longo prazo. Em nota, o presidente da CNI, Ricardo Alban, defende estabilidade econômica e institucional para atrair capital. “O Brasil precisa de responsabilidade fiscal, instituições sólidas e segurança jurídica para criar condições de mobilizar mais recursos privados para o setor de infraestrutura, sem abrir mão do papel estratégico dos investimentos públicos”, afirma. Alban também defende uma estratégia de Estado para garantir continuidade aos projetos, com esforço contínuo, sistemático e de longo prazo, conduzido por diversos governos.

O estudo aponta uma mudança estrutural no financiamento do setor na última década. Em valores atualizados para 2024, as fontes privadas passaram de uma média de R$ 88,6 bilhões no período de 2010 a 2014 para R$ 184,5 bilhões em 2024. No mesmo intervalo, os recursos públicos recuaram de R$ 208,5 bilhões para R$ 107 bilhões. As instituições multilaterais responderam por R$ 8,4 bilhões em 2024. A participação das fontes privadas subiu de 29,3%, entre 2010 e 2014, para 61,5% em 2024.

Entre as medidas propostas pela CNI para o novo regime estão a estabilidade macroeconômica e fiscal, o fortalecimento do mercado de capitais com mais investidores institucionais, a expansão do crédito privado, uma carteira maior de projetos estruturados para concessões e parcerias, segurança jurídica e previsibilidade regulatória, além de autonomia técnica das agências reguladoras. O estudo também destaca o papel do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e de outras instituições públicas de desenvolvimento na redução de riscos, estruturação de projetos e mobilização de capital privado. A análise reúne experiências de Reino Unido, Chile, Austrália, México, Espanha, Índia e França e identifica fatores comuns nos países que ampliaram sua capacidade de financiamento: estabilidade econômica, instituições confiáveis, previsibilidade regulatória, mercado de capitais desenvolvido e instrumentos de longo prazo.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · Agência Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Politica Mendonça explica ao STF ordem para identificar pessoas em relatório da PF que cita Alexandre de Moraes Manifestação foi apresentada um dia antes da sessão na Corte em que os ministros vão discutir petição aberta… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra