Última Hora
• Há 11 anos: IOS 9 • 'Consequências imprevisíveis' para eleição: como imprensa internacional noticiou sessão tumultuada do STF • O mundo está certo em temer IA, mas precisa confiar nas empresas, diz chefe da OpenAI • O empresário aliado-chave de Maduro que se declarou culpado de lavagem de dinheiro e entregará R$ 1 bi aos EUA • 'Fiz quimioterapia por 11 anos para tratar um câncer que eu não tinha' • 'Recebi US$ 5 mil para me mudar para área dos EUA de que nunca tinha ouvido falar' • Como foi o papel de cada ministro em sessão tensa e inédita no STF • A Bíblia como caminho: aos 96 anos, catequista dedica a vida à missão de levar a Palavra • Há 11 anos: IOS 9 • 'Consequências imprevisíveis' para eleição: como imprensa internacional noticiou sessão tumultuada do STF • O mundo está certo em temer IA, mas precisa confiar nas empresas, diz chefe da OpenAI • O empresário aliado-chave de Maduro que se declarou culpado de lavagem de dinheiro e entregará R$ 1 bi aos EUA • 'Fiz quimioterapia por 11 anos para tratar um câncer que eu não tinha' • 'Recebi US$ 5 mil para me mudar para área dos EUA de que nunca tinha ouvido falar' • Como foi o papel de cada ministro em sessão tensa e inédita no STF • A Bíblia como caminho: aos 96 anos, catequista dedica a vida à missão de levar a Palavra
Ver Todas

'Recebi US$ 5 mil para me mudar para área dos EUA de que nunca tinha ouvido falar'

Atualizado em 16/09/2026 às 14:35 schedule 3 min de leitura visibility 7 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

Programas de incentivo à mudança têm atraído moradores de grandes cidades dos Estados Unidos para localidades menores, oferecendo apoio financeiro a quem busca uma vida mais barata e tranquila. É o caso de Brianna Beyrouti, que deixou Portland, no Oregon, e se mudou com os dois filhos para Muncie, em Indiana, a cerca de 3,2 mil km de distância. A cidade tem 65 mil habitantes e muitas áreas abertas.

Beyrouti diz que vivia "de salário em salário" antes da mudança. Como mãe solo, enfrentava dificuldades para cobrir despesas básicas dos filhos. A transferência foi viabilizada por um programa que ofereceu US$ 5 mil (cerca de R$ 25,7 mil) para ajudar nos custos da mudança. Ela continua trabalhando remotamente para o mesmo banco, com salário anual de US$ 107 mil (aproximadamente R$ 550 mil), mas conseguiu comprar uma casa pela primeira vez.

Em Portland, ela pagava US$ 1.290 (em torno de R$ 6,6 mil) mensais de aluguel de um apartamento. Em Muncie, a soma da prestação da casa, do seguro residencial e do imposto sobre a propriedade chega a US$ 1,1 mil (cerca de R$ 5.650). O imposto estadual sobre a renda é menor em Indiana, e ela passou a gastar menos com seguro do carro e contas de energia. No total, diz que hoje lhe sobram US$ 600 (cerca de R$ 3,1 mil) a mais por mês.

O incentivo é oferecido por meio do site MakeMyMove, que reúne programas semelhantes de pequenas cidades e municípios dos EUA. Entre os benefícios estão ingressos de cinema gratuitos, tíquetes para restaurantes e até garrafas de vinho. Beyrouti e os filhos estão entre cerca de 100 famílias que se mudaram para Muncie pelo programa. Em todo o país, o MakeMyMove afirma ter ajudado 1.000 pessoas a se mudar no ano passado e prevê elevar esse número para 1.500 em 2026.

A cientista Elena Chrysostomou também recorreu a um programa de incentivo. Em 2024, deixou San Diego, na Califórnia, e se mudou para Jacksonville, cidade de 17,7 mil habitantes em Illinois. Recebeu US$ 5 mil em dinheiro e um "pacote de qualidade de vida" avaliado em US$ 4 mil, com academia gratuita e passes para golfe. Ela gastava US$ 3 mil mensais de aluguel em San Diego e hoje paga US$ 1.868 de financiamento por uma casa de três quartos. Seu salário aumentou 22% após mudar de emprego. Ainda assim, ambas reconhecem desvantagens, como menor oferta de atividades e restaurantes e a distância de amigos e familiares.

Esta matéria foi publicada primeiro em Internacional · BBC News Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Internacional O mundo está certo em temer IA, mas precisa confiar nas empresas, diz chefe da OpenAI Sam Altman e outros CEOs de empresas de tecnologia afirmam que há incentivos para limitar os avanços da IA,… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra