A educação clássica pode recuperar o que as universidades perderam: a lição dos EUA
As universidades contemporâneas vêm abandonando a educação clássica e, segundo os autores de um novo relatório, atuam para desconstruir o cânone ocidental e enfraquecer a própria nação americana. O diagnóstico é de Ryan Hammill, diretor executivo e cofundador do Ancient Language Institute, e Pavlos Papadopoulos, pesquisador visitante do Centro B. Kenneth Simon para Estudos Americanos da Heritage Foundation, em artigo publicado pelo The Daily Signal.
Os autores sustentam que escolas progressistas e o Estado administrativo trabalham juntos desde a Era Progressista para remodelar os Estados Unidos, seguindo o plano de John Dewey, que pretendia desvincular a educação do passado. Em contrapartida, afirmam que os americanos estão despertando para esse radicalismo e revivendo a educação clássica nas escolas.
Para os autores, a tradição que formou os Fundadores americanos reforçava os princípios de uma república federal livre ao ensinar que a natureza humana é fixa e proposital e que as obras-primas da Grécia e de Roma, os ensinamentos cristãos e a herança da civilização europeia são auxílios indispensáveis ao cultivo das virtudes morais e intelectuais. Eles defendem que uma educação verdadeiramente clássica deve priorizar o latim, a história política, as biografias de grandes estadistas, a filosofia moral, os princípios de governo e a retórica.
Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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