Reflexão para o XXV Domingo do Tempo Comum
A liturgia do XXV Domingo do Tempo Comum convida a repensar a ideia de que as coisas boas que acontecem a alguém seriam consequência de méritos próprios, e que os acontecimentos infelizes seriam castigos. Segundo a reflexão, essa forma de pensar está errada e não é cristã.
O texto destaca que o Cristianismo se baseia na gratuidade, ou seja, na ação de Deus, que é Pai e é Amor. Deus ama as pessoas não pelo bem que fazem e não deixa de amá-las pelos erros que praticam. A reflexão lembra que, quando Deus criou a humanidade, ela ainda não existia, e Ele a amou primeiro, sem nenhum mérito. A passagem de Isaías citada na primeira leitura reforça essa ideia: os pensamentos e caminhos de Deus não são como os humanos.
Esse ensinamento é retomado por Jesus na parábola do patrão generoso, que paga a mesma quantia aos trabalhadores contratados pela manhã e aos chamados no fim do dia. Diante das reclamações, o patrão responde que tem o direito de fazer o que quer com o que lhe pertence. Para a reflexão, a justiça do Reino de Deus é dar a cada um o que precisa para viver e viver abundantemente, ainda nesta terra, superando desigualdades já nesta vida.
Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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