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Reflexão para o XXIV Domingo do Tempo Comum

Por Ivan Marra
Atualizado em 12/09/2026 às 12:35 schedule 2 min de leitura visibility 46 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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A liturgia do XXIV Domingo do Tempo Comum volta a colocar o perdão no centro da reflexão, desta vez apresentado como uma necessidade para ser feliz. Segundo a reflexão publicada pelo Vatican News, o Livro do Eclesiástico adverte que o rancor e o ódio são "coisas detestáveis" e que quem se vinga encontrará a vingança do Senhor. Quando esses sentimentos dominam, a injustiça sofrida não é reparada e o mal tende a se agravar.

O texto lembra que o homem verdadeiramente religioso perdoa, pois Deus é misericórdia e criou a humanidade à sua imagem e semelhança. "Se não tem compaixão por seu semelhante, como poderá pedir perdão pelos próprios pecados?", indaga a reflexão. O perdão abre portas ao diálogo e à possibilidade de aliança, enquanto o ódio e a vingança só acrescentam mágoas e dores.

No Evangelho, Jesus responde a Pedro que se deve perdoar "setenta vezes sete", ou seja, sempre. O Mestre ensina que o perdão deve ser atitude e postura de vida, como expressa o Pai-Nosso. A parábola do rei que perdoa a grande dívida de um servo, que por sua vez não tem compaixão do companheiro, ilustra o ensinamento: Deus perdoa as imensas dívidas humanas, e por isso os homens devem agir do mesmo modo.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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