Mendonça vota em Brasília e diz que eleitor é o “grande vencedor” da eleição
O ministro André Mendonça, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), votou na manhã deste domingo (25) em sua zona eleitoral em Brasília e afirmou que o eleitor brasileiro será o “grande vencedor” das eleições deste ano. A declaração foi dada a jornalistas após a votação no segundo turno.
“Hoje é um dia importante para a história do país, hoje se encerram as eleições. O povo decide com liberdade, com segurança quem irá representá-lo”, disse o magistrado. Ele destacou que o pleito define a escolha de um novo presidente da República e de governadores em cinco estados e no Distrito Federal.
Mendonça também projetou o período pós-eleitoral. Segundo ele, a partir de segunda-feira (26) começa um “novo ciclo” no país, no qual os eleitos e os que forem mantidos nos cargos devem trabalhar pelo melhor para o Brasil. “Esperamos que o grande vencedor seja o eleitor”, completou.
Durante o segundo turno, o ministro atuou sob críticas da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que o acusou de supostamente tentar restringir o funcionamento do canal “Exército do Lula”, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) no WhatsApp para divulgar conteúdos sobre o petista.
No TSE, André Mendonça dedicou-se principalmente a questões de propaganda eleitoral e à circulação de conteúdos nas redes sociais. Como integrante do grupo de magistrados responsável pelo julgamento de representações eleitorais, participou da definição de critérios para a retirada de publicações consideradas falsas ou desinformativas. Nas orientações dirigidas às grandes plataformas digitais, defendeu que conteúdos sobre os quais exista dúvida razoável não sejam removidos automaticamente, mantendo as publicações disponíveis ou encaminhando a análise individualizada ao plenário do TSE, com exclusão imediata reservada a situações de violação incontestável. O ministro também atuou na distribuição e na análise de processos sobre propaganda eleitoral e pedidos de medidas cautelares apresentados por coligações partidárias, buscando padronizar procedimentos para o cumprimento das decisões judiciais pelas empresas de tecnologia, conforme as diretrizes do Guia de Conformidade Eleitoral do TSE.
Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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