Última Hora
• A coragem da Igreja no Haiti, que permanece apesar da violência • Irmã García: a presença do Papa dará novo impulso à Igreja no Peru • Leão XIV à Jordânia, após atentado: perseverar na fé, testemunhando Cristo • Papa “profundamente consternado” com a tragédia ferroviária na Espanha • Fr. Philip Larrey: vida monástica poderia se beneficiar do uso da IA • O esmoleiro na Ucrânia para levar o conforto do Papa • Aberta fase diocesana da causa de beatificação e canonização de frei Ignacio Larrañaga • Escolas públicas têm até sábado para regularizar pendências com FNDE • A coragem da Igreja no Haiti, que permanece apesar da violência • Irmã García: a presença do Papa dará novo impulso à Igreja no Peru • Leão XIV à Jordânia, após atentado: perseverar na fé, testemunhando Cristo • Papa “profundamente consternado” com a tragédia ferroviária na Espanha • Fr. Philip Larrey: vida monástica poderia se beneficiar do uso da IA • O esmoleiro na Ucrânia para levar o conforto do Papa • Aberta fase diocesana da causa de beatificação e canonização de frei Ignacio Larrañaga • Escolas públicas têm até sábado para regularizar pendências com FNDE
Ver Todas

'Inclusão e empoderamento são um discurso fracassado e adormecedor', diz escritora

Por Ivan Marra
Atualizado em 13/09/2026 às 12:20 schedule 2 min de leitura visibility 38 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

A escritora, grafiteira, radialista e feminista boliviana Maria Galindo, uma das principais vozes do feminismo latino-americano, afirma que o discurso da inclusão e do empoderamento está esgotado. "É um discurso fracassado, retórico e adormecedor", diz ela em entrevista à BBC News Mundo, concedida durante os preparativos para o Hay Festival Querétaro, no México.

Para Galindo, a luta por direitos se esgotou em todo o mundo, não apenas para as mulheres, mas também para a população LGBTQIA+ e as chamadas minorias. Ela critica o que chama de ciclo repetitivo das lutas identitárias e defende que os feminismos precisam de horizontes de mudanças estruturais, com o fim do patriarcado como utopia — e não os direitos das mulheres, que, segundo ela, são um projeto liberal.

Autora do livro Feminino Bastardo e líder do coletivo Mujeres Creando, criado há mais de 30 anos, Galindo também critica o que descreve como uma escala colonial das opressões. Ela questiona pesquisadoras europeias que pretendiam estudar a prisão feminina na Bolívia sem conhecer a realidade de seus próprios países. "As mulheres no Afeganistão são capazes de ler sua própria tragédia. Você precisa ler a sua primeiro", afirma.

Esta matéria foi publicada primeiro em Internacional · BBC News Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Educação Escolas públicas têm até sábado para regularizar pendências com FNDE O prazo para que as redes de ensino de todo o país regularizem pendências junto ao Fundo Nacional de… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra