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Gravadora notifica Renan Santos contra uso da música de Cazuza sem autorização em campanha

Por Ivan Marra
Atualizado em 29/09/2026 às 08:50 schedule 2 min de leitura visibility 10 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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A gravadora Warner Chappell enviou uma notificação extrajudicial à campanha do presidenciável Renan Santos, do partido Missão, pedindo que o candidato entre em contato para tratar do uso de uma música de sua propriedade. A obra em questão é “Bete Balanço”, composta por Cazuza e Roberto Frejat nos anos 1980, utilizada pelo candidato sem autorização prévia, segundo a gravadora.

Renan Santos, que também é músico, adaptou “Bete Balanço” para incluir seu lema de campanha, “O Futuro é Glorioso”, nos versos em que a canção original diz “O teu futuro é duvidoso”, entre outras alterações feitas em formato de paródia.

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Deviem

A notificação extrajudicial é um instrumento usado para tentar resolver conflitos de forma amigável antes de uma eventual disputa na Justiça. Ela não tem caráter de sentença judicial e funciona como uma formalização da advertência sobre a intenção de mover uma ação, buscando, em tese, uma resolução pacífica anterior ao processo.

Cazuza é o apelido e nome artístico de Agenor de Miranda Araújo Neto, que marcou a música popular brasileira ao longo da década de 1980 e morreu em 1990, em decorrência de complicações causadas pelo HIV. Suas canções são frequentemente lembradas por abordar a corrosão das instituições e a corrupção no país. Em 2020, a Sociedade Viva Cazuza proibiu o uso da música “Brasil” em atos promovidos pela direita contra o Supremo Tribunal Federal.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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