Última Hora
• Segurança alimentar e povos indígenas têm R$ 64,3 milhões em crédito • Vaticano: webinário gratuito aprofunda mensagem do Papa sobre crianças refugiadas • Fulton Sheen e a luta contra o preconceito racial: uma caridade que reconhece a dignidade de todos • Dom Daibes: Somália vive emergência humanitária esquecida pelo mundo • Gallagher: “perdoemos” e “perdão”, duas palavras de grande força • Pizzaballa: ser cidadão é “um vínculo precioso que devemos cuidar" • No Haiti, mais de 250 mil crianças vítimas da fome e da violência • Pe. Zezinho, scj celebra seis décadas de sacerdócio e uma trajetória pioneira na música, na comunicação e na catequese • Segurança alimentar e povos indígenas têm R$ 64,3 milhões em crédito • Vaticano: webinário gratuito aprofunda mensagem do Papa sobre crianças refugiadas • Fulton Sheen e a luta contra o preconceito racial: uma caridade que reconhece a dignidade de todos • Dom Daibes: Somália vive emergência humanitária esquecida pelo mundo • Gallagher: “perdoemos” e “perdão”, duas palavras de grande força • Pizzaballa: ser cidadão é “um vínculo precioso que devemos cuidar" • No Haiti, mais de 250 mil crianças vítimas da fome e da violência • Pe. Zezinho, scj celebra seis décadas de sacerdócio e uma trajetória pioneira na música, na comunicação e na catequese
Ver Todas

Gallagher: “perdoemos” e “perdão”, duas palavras de grande força

Atualizado em 22/09/2026 às 14:35 schedule 2 min de leitura visibility 1 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O secretário para as Relações com os Estados e as Organizações Internacionais participou, na noite desta segunda-feira (21/09), da apresentação do livro “Perdoemos e peçamos perdão”. A obra reúne as contribuições do congresso realizado na Pontifícia Universidade Gregoriana por ocasião do sexagésimo aniversário da histórica mensagem do episcopado polonês aos bispos alemães, de 18 de novembro de 1965.

Durante o evento, o secretário destacou a força das duas expressões que dão título ao volume. Segundo ele, “perdoemos” e “perdão” são palavras de grande peso, capazes de sintetizar o sentido do gesto histórico que inspirou o congresso e a publicação.

Publicidade

Deviem

A mensagem de 1965, enviada pelos bispos poloneses aos bispos alemães, é reconhecida como um marco nas relações entre as duas igrejas e entre os dois países, marcados por feridas profundas deixadas pela Segunda Guerra Mundial. O texto dos bispos poloneses continha o convite ao perdão recíproco, expressão que se tornou referência para o diálogo e a reconciliação.

O livro “Perdoemos e peçamos perdão” reúne as contribuições apresentadas no congresso da Pontifícia Universidade Gregoriana, realizado para lembrar os sessenta anos daquele gesto. A obra, segundo a apresentação, preserva o conteúdo dos debates e reflexões promovidos no encontro acadêmico.

O secretário para as Relações com os Estados e as Organizações Internacionais participou da cerimônia de lançamento ao lado de outros presentes ao evento. Os detalhes completos sobre os demais participantes e sobre o conteúdo integral do volume não constam no material disponível.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Educação O luto da professora que perdeu mais de 200 alunos no duplo terremoto na Venezuela: 'Eram como meus filhos' Madeleine é uma professora secundária que chora os estudantes que perdeu nos terremotos que sacudiram o norte… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra