Última Hora
• Saiba quais as condutas consideradas crime eleitoral no dia da votação • Apelos do Papa pelos povos do Iêmen e Jordânia: todos têm direito de viver em paz • Papa: não se pode amar a Deus sem que esse amor transborde ao nosso irmão • Consulte o local de votação antes de sair de casa; saiba como • Mudanças climáticas já causam aumento de doenças infecciosas no país • Igrejas na Jordânia: “convivência entre cristãos e muçulmanos não está em perigo” • Nunes Marques pede vigilância e senso crítico com notícias no 2º turno • Jean-Luc Mélenchon enfrenta acusações por incentivar protestos violentos na França • Saiba quais as condutas consideradas crime eleitoral no dia da votação • Apelos do Papa pelos povos do Iêmen e Jordânia: todos têm direito de viver em paz • Papa: não se pode amar a Deus sem que esse amor transborde ao nosso irmão • Consulte o local de votação antes de sair de casa; saiba como • Mudanças climáticas já causam aumento de doenças infecciosas no país • Igrejas na Jordânia: “convivência entre cristãos e muçulmanos não está em perigo” • Nunes Marques pede vigilância e senso crítico com notícias no 2º turno • Jean-Luc Mélenchon enfrenta acusações por incentivar protestos violentos na França
Ver Todas

Candidatos à Presidência reúnem apoiadores no último dia de campanha

Por Ivan Marra
Atualizado em 25/10/2026 às 11:40 schedule 5 min de leitura visibility 10 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

No Rio de Janeiro, o senador Flávio Bolsonaro (PL) caminhou na tarde deste sábado (24) ao lado de apoiadores na Barra da Tijuca, na zona oeste da cidade. O ato partiu da Praça do Ó, com trios elétricos, e seguiu por cerca de 1 quilômetro até o Condomínio Vivendas da Barra, onde a família Bolsonaro tem uma casa. O candidato discursou brevemente e agradeceu o apoio. "Vocês estão fazendo parte dessa história", declarou.

Flávio esteve acompanhado dos deputados federais eleitos Nikolas Ferreira (PL-MG) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), do senador eleito Dalagnol e do governador de São Paulo, Tarcísio Freitas (Republicanos), além da esposa, Fernanda, e do governador eleito no Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL). Segundo o candidato, os próximos anos serão de "felicidade, prosperidade, liberdade e vitória porque o Brasil vai vencer". Entre os participantes havia muitas famílias com crianças, motociclistas e lutadores de jiu-jitsu, e a família Gracie, referência na modalidade, foi saudada pelos mestres de cerimônia. Apoiadores usavam camisetas da seleção brasileira e adereços com a frase "Fora Lula", e também eram vistas bandeiras de Israel. A multidão cantou o Hino Nacional.

Mais cedo, Flávio participou de uma motocarreata em Belo Horizonte, ao lado de Nikolas Ferreira e de Tarcísio de Freitas. Ele fez o trajeto em cima de um trio elétrico e deixou o evento sem discursar. Em publicação nas redes sociais, o candidato falou aos indecisos e afirmou que o Brasil está "unido do mesmo lado, que é o lado da mudança". "Qualquer cidadão brasileiro tem que cobrar mesmo o homem público quando as coisas não acontecem como prometido. E, infelizmente o atual governo promete muito e não cumpre nada", disse. "O Brasil cansou de esperar porque o que foi vendido como esperança virou medo, desilusão, recorde de mulheres assassinadas e obras inacabadas. Quero me colocar à disposição e como presidente da República vou dar o meu melhor", completou.

O candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu apoiadores na orla de Copacabana, em caminhada iniciada no fim da manhã. Antes do evento, em breve pronunciamento a jornalistas, afirmou que esta foi a disputa em que mais enfrentou mentiras do lado adversário. "Uma campanha que, provavelmente, tenha sido a campanha feita por um adversário do mais baixo nível possível", disse, lembrando que já disputou votos com nomes como Ulysses Guimarães, Leonel Brizola, Mario Covas, Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Paulo Maluf. Lula agradeceu a mobilização durante o segundo turno e afirmou que "não se ganha eleição sem o povo". Segundo ele, os brasileiros querem "mudança para frente e não retroceder", citando o que chamou de desmontes na cultura, educação, trabalho, saúde e infraestrutura no governo anterior de Jair Bolsonaro, pai de Flávio.

Lula estava acompanhado da primeira-dama, Janja Lula da Silva, e de políticos aliados, entre eles ministros, ex-ministros, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere, e o ex-prefeito Eduardo Paes. Durante a caminhada de pouco menos de 1 quilômetro, trios elétricos e o carro onde estava o presidente foram saudados pela multidão, que ostentava as cores vermelha e amarela. O público levava cartazes que exaltavam feitos do atual governo e colocavam em dúvida a garantia de direitos em caso de vitória da campanha adversária. O presidente lembrou o caso de Ana Clara, menina de 5 anos morta em uma comunidade de Niterói, no Rio, atingida por tiro de fuzil disparado por um soldado da Polícia Militar em 2021. Flávio defendeu a inocência do policial. Ao fim da caminhada, Lula fez um chamado ao voto feminino e disse que são as mulheres que vão ganhar a eleição. "Cada mulher que sentiu a dor daquela mãe que perdeu um filho, uma menina de 5 anos, com a bala de um policial bandido, cada mulher não pode votar no miliciano", afirmou.

À tarde, Lula encerrou a campanha em ato na Avenida Paulista, em São Paulo, onde voltou a destacar o apoio popular e a confiança em uma virada. "Estamos terminando uma campanha que possivelmente só tenha tido similar no segundo turno de 1989. A de 89 foi a campanha mais emocionante de que participei na minha vida, pela participação viva da sociedade", disse, em evento com militantes e simpatizantes que também cantaram o Hino Nacional. "Neste segundo turno, a sociedade brasileira resolveu assumir a responsabilidade de dizer que a eleição não é uma coisa de um partido, é uma coisa de pessoas que se preocupam com o país, de pessoas que se preocupam com o dia a dia de outras pessoas", afirmou. Na capital paulista, o candidato voltou a criticar as posturas de Flávio, como a defesa do policial que matou a jovem Ana Clara e a suposta proximidade com milícias fluminenses.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Agência Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Brasil Saiba quais as condutas consideradas crime eleitoral no dia da votação No segundo turno das eleições de 2026, o eleitor deve ficar atento a práticas consideradas crimes eleitorais,… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra