Última Hora
• Monges devolvem 93 manuscritos históricos após guardá-los por 50 anos no Iraque • Por que mulheres podem estar por trás da vitória de Lula nas eleições • Papa aos cristãos uruguaios: não se cansem de transmitir a fé • Pequena galeria de personagens que realmente importam • Queda do presidente do Paraguai acende alerta para direita na America Latina? • Em vídeo, o segundo dia do Papa no Uruguai • Cientistas encontram vestígios de sangue em fóssil de dinossauro brasileiro de 115 milhões de anos • Gadi Eisenkot: Quem é o principal rival de Netanyahu que pode se tornar novo primeiro-ministro de Israel? • Monges devolvem 93 manuscritos históricos após guardá-los por 50 anos no Iraque • Por que mulheres podem estar por trás da vitória de Lula nas eleições • Papa aos cristãos uruguaios: não se cansem de transmitir a fé • Pequena galeria de personagens que realmente importam • Queda do presidente do Paraguai acende alerta para direita na America Latina? • Em vídeo, o segundo dia do Papa no Uruguai • Cientistas encontram vestígios de sangue em fóssil de dinossauro brasileiro de 115 milhões de anos • Gadi Eisenkot: Quem é o principal rival de Netanyahu que pode se tornar novo primeiro-ministro de Israel?
Ver Todas
Voltar para Politica

Trump ameaça usar poder militar dos EUA para garantir 'interesses' na América Latina

Por Ivan Marra
Atualizado em 22/09/2026 às 22:20 schedule 3 min de leitura visibility 41 visualizações share 0 compartilhamentos (1)
mail

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, que os EUA usarão seu "poderio militar incomparável" na América Latina para garantir segurança contra cartéis de drogas. Ele foi o segundo líder a discursar no encontro, depois do presidente Lula.

Em sua fala, Trump abordou as ações americanas na Venezuela e o combate a organizações criminosas na América Latina e no Caribe. Ele comparou as gangues latino-americanas ao grupo terrorista Estado Islâmico. "Nossas ações na Venezuela são prova de que os Estados Unidos não vão mais permitir que ameaças à América ganhem posição de destaque no hemisfério ocidental e, se necessário, usaremos nosso poderio militar incomparável para garantir os interesses nacionais vitais dos EUA", declarou.

O presidente americano disse ainda que designou os cartéis de drogas como organizações terroristas estrangeiras e que desencadeou uma operação com as Forças Armadas Americanas para eliminá-los. "Os cartéis são o Estado Islâmico do hemisfério ocidental", afirmou.

Ao tratar da relação dos EUA com a América Latina, Trump disse que o regime de Cuba "está sob a maior pressão até hoje". "Estamos pensando também numa mudança radical em Cuba, onde o regime comunista está sob a maior pressão que jamais esteve. É um regime absolutamente falido, um Estado falido. E vai cair", afirmou. Segundo ele, o secretário de Estado, Marco Rubio, conduz negociações com o governo cubano. "Nós não vamos deixar que haja um porto seguro para o terror na nossa porta", disse.

Lula e Trump não se encontraram nos bastidores da Assembleia Geral da ONU, segundo fontes próximas ao presidente brasileiro informaram à BBC News Brasil. Havia a expectativa de que os dois líderes se cruzassem na saída de Lula do plenário, quando Trump estivesse entrando para seu próprio discurso — momento em que se encontraram rapidamente em 2025. Naquele período, o governo brasileiro tentava uma saída diplomática para o primeiro tarifaço aplicado por Trump ao país, e também se discutia a aplicação da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes. O episódio foi um ponto de virada na relação entre os dois chefes de Estado, que passaram a dialogar e tiveram um encontro presencial, resultando na retirada de tarifas e sanções ao Brasil. A relação voltou a desandar nos últimos meses, em um momento delicado: a duas semanas das eleições brasileiras, com uma disputa comercial ainda sem solução e sob o risco de uma nova rodada de sanções do governo Trump contra autoridades brasileiras.

Esta matéria foi publicada primeiro em Internacional · BBC News Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Politica Por que mulheres podem estar por trás da vitória de Lula nas eleições O atual presidente conseguiu ampliar a vantagem que tinha sobre o eleitorado feminino em relação a 2022,… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra