Rumo a Los Angeles: veja como está o Time Brasil na metade do ciclo olímpico
O Time Brasil chega à metade do ciclo olímpico para Los Angeles 2028 com uma combinação de atletas consolidados e novos nomes em ascensão. Entre os destaques está Hugo Calderano, atual número 9 do mundo no tênis de mesa, que conquistou a Copa do Mundo em Macau, tornando-se o primeiro atleta das Américas a vencer o torneio. O brasileiro também foi vice-campeão mundial em Doha e venceu três etapas do circuito WTT. Ao lado de Bruna Takahashi, Calderano chegou à segunda posição do ranking mundial nas duplas mistas.
No tênis, João Fonseca, de 20 anos, ocupa a 26ª colocação do ranking da ATP e é o segundo atleta mais jovem a figurar no Top 50. O carioca chegou às quartas de final de Roland Garros, feito que não ocorria desde 2004, e passou por Novak Djokovic durante a campanha no Grand Slam. No surfe, Yago Dora conquistou o primeiro título mundial da WSL em 2025, enquanto Ítalo Ferreira lidera o ranking mundial na atual temporada. Gabriel Medina, bronze em Paris 2024, voltou ao circuito após lesão no ombro. Entre as mulheres, Luana Silva chegou a liderar o ranking mundial, e Tatiana Weston-Webb está afastada para se dedicar à filha, com retorno previsto para 2027.
No skate, Rayssa Leal conquistou o título do SLS Rio Takeover e soma cinco vitórias desde o início da preparação para Los Angeles. A skatista, que tem prata em Tóquio e bronze em Paris, se recuperou de uma lesão no joelho direito que a afastou das pistas por três meses. No vôlei feminino, a Seleção Brasileira foi vice-campeã da Liga das Nações em 2025 e 2026 e terminou o Mundial de 2025 na terceira colocação. A equipe de José Roberto Guimarães volta à quadra entre 8 e 13 de setembro para o Sul-Americano, no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, competição que vale vaga para os Jogos de 2028.
No basquete masculino, o Brasil conquistou o quinto título da Copa América em 2025, com vitória de virada sobre os Estados Unidos e revanche contra a Argentina na decisão. A equipe também levou o ouro nos Jogos Mundiais Universitários de Rhine-Ruhr, encerrando um jejum de 62 anos na competição. Entre as campeãs olímpicas, Rebeca Andrade voltou às competições em 2026 com resultados de destaque, enquanto Beatriz Souza reduziu o ritmo internacional em 2025 e Ana Patrícia e Duda conciliaram pausas com compromissos esportivos e questões físicas e pessoais.
O Brasil inicia a segunda metade do ciclo com boas perspectivas em modalidades como surfe, skate, judô, boxe, taekwondo e atletismo. O objetivo é superar a marca de 21 medalhas conquistadas em Tóquio, em 2021, a melhor do país na história das Olimpíadas.
Esta matéria foi publicada primeiro em gazeta esportiva e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
Comentários nesta matéria
Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.
Ainda não há comentários publicados nesta matéria.
Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).
Entrar para comentar