Empresas de pílulas abortivas faturam milhões sem fiscalizar prescrições médicas
Uma investigação de cinco meses conduzida por republicanos no Senado dos Estados Unidos revelou que fabricantes de pílulas abortivas estão faturando milhões de dólares sem cumprir adequadamente a supervisão de prescrições médicas. O relatório, divulgado pelo senador Bill Cassidy, aponta que as empresas Danco Laboratories, GenBioPro e Evita Solutions não forneceram detalhes sobre como seguem as regulamentações federais existentes.
Segundo o documento, uma investigação disfarçada constatou que uma menina de apenas 13 anos conseguiu comprar as pílulas. O relatório também critica a falta de salvaguardas da FDA, a agência federal de vigilância sanitária dos EUA, para garantir uma relação suficiente entre provedor e paciente, criando lacunas de responsabilidade para um produto que carrega riscos de resultados adversos significativos à saúde.
Cassidy, que é médico e preside o Comitê de Saúde, Educação, Trabalho e Pensões do Senado, afirmou que a explosão nas vendas online abriu espaço para coerção e abuso de mulheres. "A FDA e os patrocinadores desses medicamentos têm uma responsabilidade com o povo americano de reprimir esses prescritores que violam os requisitos de prescrição", declarou.
Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
Palavras-Chave
Comentários nesta matéria
Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.
Ainda não há comentários publicados nesta matéria.
Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).
Entrar para comentar