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Reflexão para o XXVI Domingo do Tempo Comum

Por Celso Rafael
Atualizado em 26/09/2026 às 18:35 schedule 3 min de leitura visibility 8 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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A liturgia do XXVI Domingo do Tempo Comum propõe uma reflexão sobre a responsabilidade individual e a conversão permanente, a partir das leituras bíblicas do dia. No Livro de Ezequiel, primeira leitura da celebração, o profeta trata da responsabilidade pessoal nas vicissitudes da vida.

Segundo o texto, os membros do povo eleito estavam acostumados a atribuir a culpa ao grupo ou aos antepassados, sentindo-se individualmente injustiçados por pagarem pela culpa da coletividade. Chegavam a afirmar que "a conduta do Senhor não é correta". O Profeta Ezequiel sai em defesa do Senhor, dizendo que Ele não quer a morte do pecador, pois é vida, e oferece ao seu povo a oportunidade de um recomeço. Deus está sempre disposto a ajudar aqueles que, se convertendo, reconstroem a própria vida.

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Deviem

No Evangelho, os dois filhos retratados representam, de um lado, as pessoas que acolhem a Palavra de Deus, mas nada fazem depois, e, de outro, aquelas que a rejeitam inicialmente, mas depois vão e fazem tudo de acordo com o coração do Senhor. A reflexão propõe ao leitor a pergunta sobre de qual grupo faz parte.

O texto lembra que, pelo batismo, os fiéis professaram a fé em Deus e prometeram obedecer seus mandamentos de amor, e questiona se isso é vivido no dia a dia. Aponta que em cada pessoa existe o filho mais novo, que não era de natureza acolhedora aos desejos do Pai, mas se converteu e passou a caminhar unido ao seu coração. Ao mesmo tempo, enquanto se está nesta vida e se é confrontado por apelos contrários à opção fundamental, subsiste também o filho mais velho, que disse sim ao Pai, mas depois faz o que o desagrada.

A conclusão apresentada é que a atitude de permanente conversão, de contínuo exame de consciência e de disposição para se levantar deve estar presente em toda a vida. Somos responsáveis por nossos atos, ainda que sejamos frutos da família, da sociedade e do mundo, e temos a capacidade de romper com o passado e caminhar em direção a Deus e aos irmãos. Se nos sentimos fracos, a graça de Deus nos fortalece; o humilde, que reconhece seus pecados e sua debilidade, triunfará porque abre espaço para Deus em sua vida.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Viúvo, aposentado, pai de 2 filhos. Nasci em Medina, cresci em Belo Horizonte. Ex- servidor público, trabalhei vários anos na prefeitura de Belo Horizonte. Na sociedade civil atuei como Grande…

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