Última Hora
• Líderes da oposição criticam Esplanada com 40 ministérios no Lula 4 • Leão XIV presta homenagem ao herói da independência argentina • Presidente do PT propõe voto em lista partidária com cotas para candidatos LGBT • Fruta amazônica camu-camu supera a laranja em vitamina C e ganha mercado • Pequenas Missionárias Maria Imaculada celebram 90 anos fundação • Inep escolhe valorização do SUS como tema da redação do Enem • 4 investigações que os democratas podem lançar contra Trump após conquistar o controle do Congresso • O pesar de Leão XIV pelas vítimas do atentado em Cracóvia • Líderes da oposição criticam Esplanada com 40 ministérios no Lula 4 • Leão XIV presta homenagem ao herói da independência argentina • Presidente do PT propõe voto em lista partidária com cotas para candidatos LGBT • Fruta amazônica camu-camu supera a laranja em vitamina C e ganha mercado • Pequenas Missionárias Maria Imaculada celebram 90 anos fundação • Inep escolhe valorização do SUS como tema da redação do Enem • 4 investigações que os democratas podem lançar contra Trump após conquistar o controle do Congresso • O pesar de Leão XIV pelas vítimas do atentado em Cracóvia
Ver Todas
Voltar para Politica

Proteção da biodivesidade no mundo demanda mais US$1,3 trilhão por ano

Por Ivan Marra
Atualizado em 24/09/2026 às 18:50 schedule 3 min de leitura visibility 35 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O enfrentamento à crise da biodiversidade, que ameaça diversas formas de vida no planeta, inclusive a humana, exigirá dos países um esforço financeiro adicional de US$ 1,317 trilhão por ano, além do que já é investido atualmente. O dado consta do relatório Financing Nature 2026: uma atualização de meio de década – do progresso isolado à implementação em escala, produzido pelas organizações The Nature Conservancy (TNC), World Wildlife Fund (WWF) e Paulson Institute.

As entidades acompanham a evolução dos investimentos globais na proteção da natureza desde 2020, quando foi publicado o primeiro relatório. A comparação entre os recursos aplicados e a necessidade de financiamento para proteger a fauna e a flora mostra que o déficit quase dobrou em seis anos: passou de US$ 711 bilhões para os atuais US$ 1,317 trilhão.

Na avaliação de Carter Roberts, presidente da WWF nos Estados Unidos, não faltam mecanismos para financiar a natureza. Ele cita como exemplos o mercado de carbono e os Acordos de Financiamento de Projetos para Permanência (PFP, na sigla em inglês), que impulsionam a criação de áreas de conservação por meio de um fundo de transição. “Este relatório comprova que essas estratégias funcionam, mas também deixa claro que precisamos implementá-las no ritmo e na escala exigidos pela perda da natureza”, afirma.

O estudo também aponta políticas prejudiciais adotadas por muitos países, que colocam em risco a natureza e as economias. Segundo o relatório, para cada dólar investido na proteção da natureza, 30 são destinados à sua destruição. “Hoje, em um único mês, os governos gastam mais com subsídios prejudiciais à natureza do que investem em sua proteção ao longo de um ano inteiro”, afirma Henry M. Paulson Jr., presidente do Paulson Institute. Para ele, a reforma desses subsídios liberaria grande parte dos recursos necessários. “Quando governos acertam os incentivos, o capital tende a acompanhá-los.”

Com base nos números analisados ao longo dos seis anos, os pesquisadores elaboraram um roteiro de ação. Entre as orientações, o relatório destaca a necessidade de reformar os subsídios prejudiciais; ampliar iniciativas bem-sucedidas, como estratégias, operações cotidianas, concessões de crédito e investimentos; e enxergar a natureza como um ativo essencial à economia, e não como um recurso gratuito. O documento também indica que governos e órgãos reguladores criem condições políticas e de mercado para ampliar o financiamento, que os Bancos Multilaterais de Desenvolvimento e as Instituições Financeiras de Desenvolvimento usem seus balanços e instrumentos para mobilizar investimentos e que a convergência das crises climática e da biodiversidade oriente os planos de governos, empresas e investidores. “Não estamos começando do zero. Partimos de uma década de evidências sobre o que funciona e este relatório é um chamado para avançarmos a partir delas”, conclui Jennifer Morris, CEO da The Nature Conservancy.

Esta matéria foi publicada primeiro em Meio ambiente · Agência Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Politica Líderes da oposição criticam Esplanada com 40 ministérios no Lula 4 Líderes da oposição criticam esplanada com 40 ministérios no novo governo Lula: "Deus salve o Brasil". Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra