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Por que Flávio prevê queda antecipada de Lula e admite disputar Presidência antes de 2030

Por Celso Rafael
Atualizado em 31/10/2026 às 16:20 schedule 3 min de leitura visibility 14 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que uma crise econômica no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá antecipar a disputa presidencial e abrir caminho para uma nova eleição antes de 2030. A declaração foi feita na sexta-feira (30), durante sua primeira transmissão ao vivo dos Estados Unidos, após deixar o Brasil com a mulher e as duas filhas.

Na avaliação do parlamentar, o agravamento das dificuldades econômicas será o principal fator de desgaste do governo e poderá abreviar a permanência de Lula no Palácio do Planalto. Flávio comparou o cenário que projeta para a atual gestão à crise enfrentada pelo governo Dilma Rousseff (PT) em 2014 e 2015, mas afirmou que a situação poderá ser ainda pior. “Eu acho que a minha expectativa é que a economia vai ser o principal fator de desgaste do atual governo. O cenário é muito pior do que o da Dilma lá em 2014, 2015”, declarou.

O senador argumentou que Lula enfrentará dificuldades para conciliar as promessas feitas durante a campanha com a situação das contas públicas. Segundo ele, caso o presidente adote as medidas necessárias para cumprir os compromissos anunciados, poderá agravar ainda mais a situação econômica. “Se ele fizer aquilo que prometeu, o Brasil vai quebrar ainda mais rápido”, afirmou. Flávio disse acreditar que a deterioração econômica poderá derrubar o presidente “muito antes do que muita gente imagina”.

Ao abordar seu futuro político, o senador mencionou os quase 60 milhões de votos que recebeu no segundo turno e sinalizou disposição para voltar a disputar a Presidência da República. “Qualquer coisa que aconteça eu vou estar aqui pronto, inclusive se for preciso para disputar a Presidência da República de novo”, declarou. “Eu não estou falando de 2030, não. Eu estou falando de antes disso”.

Flávio também defendeu que a oposição concentre sua atuação no Congresso Nacional, especialmente no Senado. Durante a transmissão, anunciou apoio ao senador Rogério Marinho (PL-RN) para a presidência da Casa e pediu que seus apoiadores pressionem os parlamentares a votar no aliado. Na avaliação do senador, o comando do Senado seria uma frente importante para conter as iniciativas do governo petista, e ele classificou o Legislativo como a principal trincheira de resistência da oposição.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Viúvo, aposentado, pai de 2 filhos. Nasci em Medina, cresci em Belo Horizonte. Ex- servidor público, trabalhei vários anos na prefeitura de Belo Horizonte. Na sociedade civil atuei como Grande…

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