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Pense duas vezes antes de instalar este dispositivo que promete filmes grátis

Atualizado em 01/09/2026 às 14:05 schedule 2 min de leitura visibility 10 visualizações share 0 compartilhamentos star star star star star (0)
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Os criminosos por trás de ataques online estão cada vez mais usando as conexões de internet de residências comuns para esconder suas atividades. Com o avanço dos sistemas de bloqueio de tráfego malicioso, esses grupos encontraram nas chamadas redes de proxy residenciais uma nova forma de agir sem serem detectados.

Nesse esquema, milhões de conexões domésticas são reunidas em uma única rede. Os operadores desses serviços permitem que criminosos direcionem seu tráfego por essas conexões mediante pagamento. Para os serviços online que tentam bloquear ataques, o tráfego parece vir de endereços de IP legítimos, com boa reputação e localizações que não chamam atenção.

Na maioria dos casos, os donos das conexões não sabem que estão sendo usados para facilitar crimes. Quando sabem, muitos não se importam. Em troca de ceder parte da banda larga, esses usuários recebem acesso gratuito a filmes e séries por meio de aparelhos de streaming que oferecem conteúdo pirateado. Para muitos, o benefício imediato compensa o dano abstrato que ajudam a causar.

Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela empresa de segurança Plume trouxe mais detalhes sobre o problema. O estudo mapeou um ecossistema de programas maliciosos que ataca diretamente usuários do SuperBox, um dos muitos aparelhos de mídia que oferecem conteúdo pirata. Esses aplicativos nocivos podem ser instalados remotamente por atacantes, mesmo quando o dispositivo está atrás de um roteador.

Embora a análise tenha se concentrado no SuperBox, a Plume alertou que dezenas de aparelhos semelhantes apresentam o mesmo tipo de vulnerabilidade e representam o mesmo risco para as redes domésticas.

Esta matéria foi publicada primeiro em Tecnologia · Ars Technica e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Por Ivan Marra

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