IA: “não devemos deter o progresso, mas criar freios”, afirma matemático
O matemático Carlo Martinucci defende que os alertas sobre os riscos da Inteligência Artificial, feitos pelos próprios protagonistas do setor, devem ser encarados com preocupação, mas sem catastrofismo. Para ele, o debate precisa evitar tanto a indiferença quanto o alarmismo.
Segundo Martinucci, a corrida entre empresas e potências mundiais pelo desenvolvimento da tecnologia corre o risco de avançar mais rapidamente do que a capacidade da sociedade de controlá-la. Esse descompasso, observa, é um dos pontos centrais das advertências vindas de dentro do próprio campo da Inteligência Artificial.
Diante desse cenário, o matemático aponta a encíclica "Magnifica humanitas", de Leão XIV, como uma chave de leitura para o problema. O documento propõe preservar o controle humano sobre a tecnologia sem abrir mão das oportunidades que ela oferece.
A abordagem sugerida, portanto, não é a de frear o progresso, mas a de criar mecanismos de contenção que permitam acompanhar e regular o avanço tecnológico. A ideia é manter a tecnologia a serviço das pessoas, e não o contrário.
Os detalhes completos da reflexão de Martinucci e do conteúdo da encíclica não constam no material disponível.
Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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