Eleições 2026: quem são os principais candidatos a governador em cada Estado
Eleitores dos 26 Estados e do Distrito Federal vão às urnas no domingo, 4 de outubro, para escolher governadores, além do presidente da República, de dois senadores por Estado e de deputados federais e estaduais — ou distritais, no caso do DF. Caso a disputa pelo governo de uma unidade da federação não seja definida no primeiro turno, os dois candidatos mais votados voltam a se enfrentar no segundo turno, marcado para 25 de outubro.
A BBC News Brasil reuniu os principais nomes na disputa em cada unidade da federação, com a trajetória política de cada candidato. A lista considera os postulantes cuja intenção de voto supera 10% nas pesquisas mais recentes, dentro da margem de erro. Em Minas Gerais, foram incluídos cinco candidatos, em razão das reviravoltas na definição das candidaturas e do peso do Estado na disputa nacional.
Alguns registros ainda estão em discussão na Justiça Eleitoral, como os de Eduardo Paes (RJ), Anthony Garotinho (RJ), Dr. Furlan (AP) e Valmir de Francisquinho (SE). No Distrito Federal, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou que José Roberto Arruda (PSD) não pode concorrer.
Entre os nomes citados no levantamento estão o senador Alan Rick (Republicanos), que disputa o governo do Acre, e Mailza Assis (PP), segunda mulher a governar o Estado, que assumiu o cargo em abril de 2026 após a saída de Gladson Cameli (PP). Em Alagoas, concorrem JHC (PSDB), ex-prefeito de Maceió, e Renan Filho (MDB), senador e ex-governador por dois mandatos, que deixou o Ministério dos Transportes em abril de 2026 para disputar a eleição.
No Amapá, o governador Clécio Luís (União Brasil) tenta a reeleição e tem como um dos adversários Dr. Furlan (PSD), ex-prefeito de Macapá que renunciou ao cargo em março de 2026, um dia após ser afastado em investigação sobre suspeitas de fraude em licitação nas obras de um hospital. Ele nega irregularidades. O TRE-AP aprovou seu registro, mas a decisão foi contestada no TSE: em 24 de setembro, o relator, ministro Dias Toffoli, votou pelo indeferimento, e um pedido de vista do ministro André Mendonça suspendeu o julgamento. Furlan segue na disputa enquanto aguarda a decisão do tribunal.
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