Dom Quematcha e Imame de Mansoa apelam à reconciliação na Guiné-Bissau
O bispo da Diocese de Bafatá, Dom Vítor Quematcha, e o Imame da Mesquita Central de Mansoa, Mamadu Djau Djaló, fizeram um apelo conjunto aos responsáveis políticos da Guiné-Bissau para que assumam suas responsabilidades na promoção da reconciliação nacional. A manifestação dos dois líderes religiosos também defende o respeito pelas liberdades fundamentais e a convivência pacífica no país.
O posicionamento parte de duas lideranças de referência em suas comunidades: Dom Vítor Quematcha à frente da Diocese de Bafatá, e Mamadu Djau Djaló como imame da Mesquita Central de Mansoa. A escolha de ambos por um chamado público voltado à classe política indica a preocupação das lideranças religiosas com o ambiente de convivência no território guineense.
O apelo é dirigido diretamente aos responsáveis políticos, a quem cabe, segundo os religiosos, assumir o papel de conduzir o processo de reconciliação. O texto associa esse compromisso à garantia das liberdades fundamentais e à preservação de uma convivência pacífica entre a população.
A iniciativa de Dom Vítor Quematcha e de Mamadu Djau Djaló reforça o papel das instituições religiosas como espaço de diálogo em questões que envolvem a vida pública do país. O chamado conjunto de um bispo católico e de um imame sugere uma articulação entre diferentes tradições religiosas em torno de objetivos comuns para a sociedade guineense.
Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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