Última Hora
• Lei define padrões de qualidade a hospitais particulares • Após empate frustrante, Brasil reencontra Austrália em novo amistoso • Há 6 anos: Nawaf Al-Ahmad Al-Jaber Al-Sabah • Dólar sobe para R$ 5,22 e atinge maior nível desde março • Presidente do TSE reclama de interferência em decisões da Corte • Renegociação de dívidas de adimplentes é prorrogada até 26 de outubro • Mensagens citam tratativa de “sociedade” entre Motta e Vorcaro; deputado nega ilícito • Índia prende sete cristãos sob lei que pune conversões religiosas consideradas “ilegais” • Lei define padrões de qualidade a hospitais particulares • Após empate frustrante, Brasil reencontra Austrália em novo amistoso • Há 6 anos: Nawaf Al-Ahmad Al-Jaber Al-Sabah • Dólar sobe para R$ 5,22 e atinge maior nível desde março • Presidente do TSE reclama de interferência em decisões da Corte • Renegociação de dívidas de adimplentes é prorrogada até 26 de outubro • Mensagens citam tratativa de “sociedade” entre Motta e Vorcaro; deputado nega ilícito • Índia prende sete cristãos sob lei que pune conversões religiosas consideradas “ilegais”
Ver Todas

Dólar sobe para R$ 5,22 e atinge maior nível desde março

Por Ivan Marra
Atualizado em 29/09/2026 às 10:05 schedule 3 min de leitura visibility 6 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O dólar comercial subiu 0,83% nesta segunda-feira (28) e encerrou o dia vendido a R$ 5,226, o maior fechamento desde 30 de março. A moeda americana avançou desde o início dos negócios e superou a barreira de R$ 5,22 ainda pela manhã, acompanhando a valorização do dólar frente a outras divisas de países emergentes.

O movimento foi impulsionado por um dia de aversão ao risco no exterior. A alta dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos contribuiu para um ambiente menos favorável aos ativos de maior risco. O rendimento do Treasury de dez anos terminou o dia em 5,2319%, ante 5,181% na sexta-feira (25). Taxas mais altas em economias avançadas estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil. O índice que mede o desempenho da moeda americana contra uma cesta de seis divisas subia 0,05% às 17h04.

Publicidade

Deviem

No cenário doméstico, as atenções permaneceram voltadas para as eleições presidenciais, sem que os dados das pesquisas divulgadas ao longo do dia alterassem o cenário de disputa acirrada. O Banco Central informou que o Brasil registrou déficit de US$ 5,055 bilhões em transações correntes em agosto, enquanto o investimento direto no país somou US$ 7,396 bilhões no mês. No boletim Focus, a projeção mediana para o dólar no fim deste ano permaneceu em R$ 5,20. A estimativa para a inflação de 2026 subiu de 4,92% para 4,99%, e a previsão para 2027 passou de 4,30% para 4,31%.

O Ibovespa terminou o pregão em queda de 0,26%, aos 182.991,13 pontos, após oscilar entre a mínima de 181.931,36 e a máxima de 184.094,65 pontos. Foi o quarto pregão consecutivo de baixa do principal índice da Bolsa brasileira. Apesar da sequência negativa, o Ibovespa mantém alta de 3,14% em setembro e de 13,57% no ano. O ambiente externo pressionou os mercados acionários, com queda das bolsas em Nova York — o S&P 500 recuou 0,77% — e alta dos juros dos títulos americanos. No mercado brasileiro, a alta do petróleo ajudou a sustentar as ações do setor, enquanto o índice Small Caps caiu 1,2%.

O petróleo fechou em alta, mas reduziu os ganhos ao longo do dia em meio às incertezas sobre as negociações entre Estados Unidos e Irã e às dificuldades para normalizar o tráfego pelo Estreito de Ormuz. O barril do tipo Brent para dezembro subiu 0,40%, para US$ 97,83, e o WTI avançou 0,21%, para US$ 92,60. O produto chegou a registrar ganhos mais fortes durante a sessão, mas perdeu parte da valorização após informações sobre possíveis avanços nas negociações entre Washington e Teerã e sobre medidas para ampliar a oferta. A Arábia Saudita retomou o bombeamento do oleoduto Leste-Oeste, com fluxo estimado em cerca de 3,5 milhões de barris por dia, e os carregamentos de exportação foram retomados no porto de Yanbu, no Mar Vermelho. Ainda assim, as restrições à navegação em Ormuz e as tensões no Oriente Médio mantiveram o mercado sob pressão.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Agência Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Economia Renegociação de dívidas de adimplentes é prorrogada até 26 de outubro Programa voltado a trabalhadores informais com dívidas em dia ou com atraso inferior a 90 dias, o Desenrola… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra