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Dia de Finados

Por Celso Rafael
Atualizado em 02/11/2026 às 12:21 schedule 2 min de leitura visibility 7 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O Dia de Finados, celebrado em 2 de novembro, não é apenas uma recordação daqueles que já não estão fisicamente entre nós. Segundo a reflexão divulgada pela Vatican News, a data é vivida como uma ponte que aguarda cada pessoa no fim da vida e conduz à outra margem, destino de todos. Morrer, nessa perspectiva, não é desaparecer, mas viver de modo novo: os que nos precederam deram um "passo a mais" no caminho da vida, atingiram o cume enquanto nós ainda percorremos as sendas da vida.

A tradição cristã de rezar pelos defuntos é antiga: há indícios, já no século II, de que os cristãos rezavam e celebravam a Eucaristia pelos seus mortos. A data de 2 de novembro foi fixada no ano 998 pelo Abade Odilo, de Cluny, para todos os mosteiros sob sua jurisdição. Em 1915, Bento XV concedeu a todos os sacerdotes a faculdade de celebrar várias Missas neste dia, desde que a intenção fosse feita em apenas uma delas. Hoje, a liturgia propõe várias Missas na data, a fim de ressaltar o mistério pascal e a vitória de Jesus sobre o pecado e a morte.

A reflexão recorda ainda São Francisco de Assis, que ao fim da vida passou a chamar a morte de "irmã", sinal de que também para ele se tratava de um mistério a ser compreendido e aceito. O texto observa que a sociedade atual tenta ocultar a realidade da morte, iludindo-se com a ideia de ser eterna, e que o medo diante dela é ditado pela ignorância do que está além da "porta". A certeza cristã, conclui, é ver a morte à luz da ressurreição de Jesus.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Viúvo, aposentado, pai de 2 filhos. Nasci em Medina, cresci em Belo Horizonte. Ex- servidor público, trabalhei vários anos na prefeitura de Belo Horizonte. Na sociedade civil atuei como Grande…

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