Última Hora
• Anvisa interdita parte de terminal no Porto de Santos • Força Nacional apoiará Funai na Terra Indígena Ituna-Itatá, no Pará • Semana de Educação Midiática terá atividades em todas as regiões • Fies 2: inscrições para vagas remanescentes terminam nesta terça • Bragantino faz 2 a 1 no Santos e assume oitavo lugar • Ex-presa política venezuelana faz alerta ao Brasil • Trump diz que EUA cortarão ajuda a Israel: “Não precisam” • Argumento de Messias contra bets contrasta com tese progressista sobre aborto e drogas • Anvisa interdita parte de terminal no Porto de Santos • Força Nacional apoiará Funai na Terra Indígena Ituna-Itatá, no Pará • Semana de Educação Midiática terá atividades em todas as regiões • Fies 2: inscrições para vagas remanescentes terminam nesta terça • Bragantino faz 2 a 1 no Santos e assume oitavo lugar • Ex-presa política venezuelana faz alerta ao Brasil • Trump diz que EUA cortarão ajuda a Israel: “Não precisam” • Argumento de Messias contra bets contrasta com tese progressista sobre aborto e drogas
Ver Todas
Voltar para Ciência

Voyager 1 ficará a um dia-luz da Terra e mostra até onde a humanidade já chegou

Por Ivan Marra
Atualizado em 02/11/2026 às 13:20 schedule 2 min de leitura visibility 16 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

A sonda Voyager 1, lançada pela Nasa em 5 de setembro de 1977, está prestes a se tornar o primeiro objeto feito pela humanidade a alcançar a distância de um dia-luz da Terra. Segundo a agência espacial, a marca deve ser atingida em 18 de novembro de 2026, quando a nave estará a cerca de 25,9 bilhões de quilômetros do planeta.

Um dia-luz não mede tempo, mas distância: é o espaço que a luz percorre em 24 horas. Como os sinais de rádio viajam à mesma velocidade, a comunicação com a sonda passará a ter uma demora de aproximadamente um dia em cada sentido. A Voyager 1 viaja a cerca de 61 mil quilômetros por hora e levou 49 anos, dois meses e 11 dias para chegar a essa distância. Em 2012, tornou-se a primeira espaçonave a atravessar a heliosfera, região dominada pelas partículas e pelos campos magnéticos do vento solar, e segue enviando dados sobre o meio interestelar.

A missão, porém, depende de energia cada vez menor. A sonda usa geradores termoelétricos de radioisótopos, que perdem potência gradualmente, em torno de quatro watts por ano, o que obriga os engenheiros a desligar equipamentos para preservar os sistemas essenciais. Em abril de 2026, a Nasa desligou o instrumento de partículas carregadas de baixa energia, que funcionava praticamente desde o lançamento, para economizar energia e prolongar a missão.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Ciência Tripulação do CHAPEA da NASA "retorna" à Terra Os quatro integrantes da tripulação do Crew Health and Performance Exploration Analog (CHAPEA) posam ao ar… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra