Reflexão para o XXVIII Domingo do Tempo Comum
Deus, apresentado como o Rei por excelência, organiza a festa de casamento de seu Filho Jesus com a Humanidade. Apesar de a humanidade ter perdido sua beleza original por causa das guerras, das injustiças e das lágrimas amargas provocadas em tantas pessoas, ela continua a ser muito amada por seu noivo. Por ocasião das núpcias, o Pai oferece um grande banquete comemorativo.
Os convites são enviados por meio de pessoas capacitadas para essa missão: os Profetas do Antigo Testamento, os Apóstolos do Novo Testamento e todos aqueles que recebem esse chamado. Os convidados são os homens do mundo inteiro, sem distinção. Os ricos e os acomodados na religião recusam porque alegam outros compromissos inadiáveis; os pobres e os pecadores aceitam, não por não terem compromissos, mas porque reconhecem que o convite de Deus é gratuito.
Essa parábola ensina que o Reino de Deus não fracassa diante da recusa das elites em construir uma sociedade justa e fraterna. Os que são retirados da festa são os que não estão vestidos com a roupa da justiça, ou seja, não praticam obras de justiça. O texto convida cada um a examinar o próprio guarda-roupa espiritual e a se perguntar quais obras de justiça tem praticado e como andam suas atitudes de afeto. Só aceita o convite de Deus quem está em sintonia com o Reino de Justiça, de Amor e de Paz, e essas pessoas estão sempre vestidas adequadamente, pois praticam naturalmente obras de justiça.
Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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