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Reflexão para o XXVIII Domingo do Tempo Comum

Por Celso Rafael
Atualizado em 11/10/2026 às 06:20 schedule 2 min de leitura visibility 6 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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Deus, apresentado como o Rei por excelência, organiza a festa de casamento de seu Filho Jesus com a Humanidade. Apesar de a humanidade ter perdido sua beleza original por causa das guerras, das injustiças e das lágrimas amargas provocadas em tantas pessoas, ela continua a ser muito amada por seu noivo. Por ocasião das núpcias, o Pai oferece um grande banquete comemorativo.

Os convites são enviados por meio de pessoas capacitadas para essa missão: os Profetas do Antigo Testamento, os Apóstolos do Novo Testamento e todos aqueles que recebem esse chamado. Os convidados são os homens do mundo inteiro, sem distinção. Os ricos e os acomodados na religião recusam porque alegam outros compromissos inadiáveis; os pobres e os pecadores aceitam, não por não terem compromissos, mas porque reconhecem que o convite de Deus é gratuito.

Essa parábola ensina que o Reino de Deus não fracassa diante da recusa das elites em construir uma sociedade justa e fraterna. Os que são retirados da festa são os que não estão vestidos com a roupa da justiça, ou seja, não praticam obras de justiça. O texto convida cada um a examinar o próprio guarda-roupa espiritual e a se perguntar quais obras de justiça tem praticado e como andam suas atitudes de afeto. Só aceita o convite de Deus quem está em sintonia com o Reino de Justiça, de Amor e de Paz, e essas pessoas estão sempre vestidas adequadamente, pois praticam naturalmente obras de justiça.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Viúvo, aposentado, pai de 2 filhos. Nasci em Medina, cresci em Belo Horizonte. Ex- servidor público, trabalhei vários anos na prefeitura de Belo Horizonte. Na sociedade civil atuei como Grande…

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