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Quem ganha e quem perde com a entrada de Pablo Marçal na disputa presidencial

Por Ivan Marra
Atualizado em 23/08/2026 às 20:35 schedule 1 min de leitura visibility 28 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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A candidatura de Pablo Marçal à Presidência, protocolada no dia 15 de agosto pelo PRTB, é avaliada por analistas como um fator "desestabilizador" da eleição de 2026, até agora marcada pela polarização entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Mesmo inelegível até 2032 e com o acesso a fundos eleitorais vetado pelo TSE, o influenciador pode impactar a disputa ao atrair o eleitorado que busca uma alternativa aos candidatos tradicionais.

Para especialistas, o principal efeito não seria uma mudança imediata nas intenções de voto, mas a pressão sobre outras candidaturas de direita, especialmente a de Renan Santos (Missão), que perderia o posto de candidato antissistema. A estratégia de Marçal, segundo analistas, pode ser tanto a autopromoção quanto a tentativa de obter uma decisão definitiva da Justiça Eleitoral sobre seu caso, após o desempenho relevante em São Paulo em 2024, quando obteve 28% dos votos na capital.

Esta matéria foi publicada primeiro em Internacional · BBC News Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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