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O 11 de setembro, 25 anos depois: a Igreja nos EUA e o desafio da paz

Por Ivan Marra
Atualizado em 11/09/2026 às 14:20 schedule 2 min de leitura visibility 39 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O presidente da Conferência Episcopal dos Estados Unidos convocou os fiéis do país a rezar pelas vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001 e por suas famílias, por ocasião dos 25 anos da tragédia. O chamado também propõe que a memória do episódio seja convertida em um compromisso concreto com a paz e a reconciliação.

A data, lembrada neste ano, reúne iniciativas religiosas e civis em diferentes pontos dos Estados Unidos. Segundo o material divulgado, a proposta do episcopado é que a lembrança das quase três mil pessoas mortas nos ataques não se limite à cerimônia, mas se traduza em gestos voltados à construção da paz.

No Brooklyn, uma exposição fotográfica leva para o espaço de uma igreja os rostos dos desaparecidos. A mostra propõe aproximar os visitantes das histórias das vítimas, apresentando imagens que ajudam a manter viva a memória das pessoas que perderam a vida nos ataques.

Os atentados de 11 de setembro de 2001 atingiram as Torres Gêmeas, em Nova York, o Pentágono, em Washington, e um campo na Pensilvânia, após o sequestro de quatro aviões comerciais. As ações deixaram milhares de mortos e provocaram mudanças profundas na segurança e na política externa dos Estados Unidos.

Passados 25 anos, a Igreja norte-americana mantém a data como momento de oração e de reflexão sobre as consequências duradouras da tragédia. A convocação do episcopado reforça o pedido de que a memória das vítimas caminhe junto com o compromisso de evitar novos episódios de violência.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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