Última Hora
• Avião com destino a Israel é desviado após piloto esfaquear outro no ar: 'Todos os passageiros gritavam'; o que se sabe • Como nasceu e para que serve o TSE, o tribunal eleitoral presidido por Kassio Nunes Marques e agora no centro da briga entre ministros do STF • Que países usam voto eletrônico além do Brasil? • BBC News Brasil fará cobertura AO VIVO sobre debate e jornada eleitoral, apuração e resultados do primeiro turno das eleições 2026 • Novas tecnologias levam Justiça Eleitoral a reforçar regras de votação • Crise de moradia na Espanha: reviravolta pode levar idosa de 87 anos de volta para casa após ser desalojada em Madri • Seguro rural: novas regras ampliam cobertura e proteção ao produtor • Receita paga nesta quarta lote da malha fina do Imposto de Renda • Avião com destino a Israel é desviado após piloto esfaquear outro no ar: 'Todos os passageiros gritavam'; o que se sabe • Como nasceu e para que serve o TSE, o tribunal eleitoral presidido por Kassio Nunes Marques e agora no centro da briga entre ministros do STF • Que países usam voto eletrônico além do Brasil? • BBC News Brasil fará cobertura AO VIVO sobre debate e jornada eleitoral, apuração e resultados do primeiro turno das eleições 2026 • Novas tecnologias levam Justiça Eleitoral a reforçar regras de votação • Crise de moradia na Espanha: reviravolta pode levar idosa de 87 anos de volta para casa após ser desalojada em Madri • Seguro rural: novas regras ampliam cobertura e proteção ao produtor • Receita paga nesta quarta lote da malha fina do Imposto de Renda
Ver Todas

Novas tecnologias levam Justiça Eleitoral a reforçar regras de votação

Por Ivan Marra
Atualizado em 30/09/2026 às 14:50 schedule 4 min de leitura visibility 7 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

A rápida evolução de dispositivos eletrônicos tem levado a Justiça Eleitoral a atualizar orientações e procedimentos para garantir o sigilo do voto, direito assegurado pela Constituição Federal. O objetivo é evitar que equipamentos capazes de registrar, transmitir ou divulgar informações sejam usados para revelar a escolha feita pelo eleitor dentro da cabine de votação.

Embora a proibição de portar aparelhos eletrônicos na cabine não seja novidade, o avanço de tecnologias cada vez mais discretas e conectadas tem exigido adequações nas normas eleitorais. Nesse contexto, os tribunais regionais eleitorais vêm detalhando procedimentos relativos a equipamentos que, há alguns anos, não faziam parte da rotina dos eleitores.

Publicidade

Deviem

Foi o que fez o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), ao publicar resolução que especifica a aplicação das regras para celulares, relógios inteligentes, óculos inteligentes, pulseiras conectadas, fones de ouvido, câmeras corporais, microcâmeras e até acessórios dotados de câmeras, microfones ou recursos de comunicação. Segundo o tribunal, a medida não cria uma nova proibição, mas adapta a regulamentação às transformações tecnológicas, detalhando como devem ser tratados equipamentos que podem comprometer o caráter secreto da votação.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adota abordagem mais ampla. Em suas normas e orientações ao eleitorado, a Corte estabelece a vedação ao ingresso na cabine de votação com celular, máquina fotográfica, filmadora ou qualquer equipamento capaz de comprometer o sigilo do voto. O foco não é listar dispositivos específicos, mas impedir o uso de qualquer tecnologia que permita registrar, transmitir ou divulgar a escolha do eleitor. De acordo com o TSE, a regra busca assegurar que o voto permaneça secreto e impedir práticas como a compra de votos, em que o eleitor pode ser pressionado a apresentar alguma forma de comprovação da opção registrada na urna.

O celular pode ser utilizado para apresentar o e-Título ou outro documento digital aceito pela Justiça Eleitoral durante a identificação na seção eleitoral. Após essa etapa, porém, o aparelho deve ser desligado e entregue à mesa receptora de votos, que ficará responsável por sua guarda até o fim da votação. O mesmo cuidado vale para outros equipamentos eletrônicos capazes de registrar, transmitir ou divulgar imagens, sons ou dados.

Quem se recusar a desligar e deixar o equipamento no local indicado não poderá votar enquanto persistir a recusa. A ocorrência pode ser registrada pelos mesários e, se necessário, a força policial poderá ser acionada. As regras não impedem o uso de recursos de acessibilidade e de tecnologias assistivas por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, desde que não sirvam para registrar, transmitir ou divulgar o conteúdo do voto. Em caso de dúvida sobre determinado aparelho, a mesa receptora poderá solicitar esclarecimentos ao eleitor ou verificar as características externas do equipamento.

A orientação da Justiça Eleitoral é levar apenas os documentos necessários e, se desejar, uma cola em papel com os números dos candidatos. Antes de entrar na cabine, o eleitor deve desligar o celular ou qualquer equipamento eletrônico que possa comprometer o sigilo do voto e deixá-lo sob a guarda da mesa receptora. Depois de concluir a votação, os pertences serão devolvidos.

Esta matéria foi publicada primeiro em Política · Agência Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Brasil Seguro rural: novas regras ampliam cobertura e proteção ao produtor O setor agrícola brasileiro tem a partir desta quarta-feira (30) novas regras que ampliam a proteção de… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra