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Milão: faltam família e comunidade aos jovens da guerrilha, alerta Pe. Como

Por Celso Rafael
Atualizado em 21/10/2026 às 07:35 schedule 2 min de leitura visibility 6 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O vigário episcopal para a Educação da Arquidiocese de Milão, o Pe. Como, comentou os distúrbios registrados no último fim de semana que, além da França, também se repetiram na capital lombarda italiana. Em sua avaliação, os jovens envolvidos nos episódios de violência "se movem como um bando, excluídos de tudo e sem futuro".

Segundo o religioso, a ausência de vínculos familiares e comunitários está na raiz do comportamento observado nas ruas. A leitura apresentada pelo vigário aponta para jovens que agem em grupo, sem perspectivas, e que encontraram na ação coletiva desordenada uma forma de expressão diante da exclusão que sentem.

Diante desse cenário, o Pe. Como afirmou que a Igreja não fecha os olhos para a situação. A resposta da arquidiocese, conforme descreveu, passa por iniciativas que vão dos oratórios aos projetos desenvolvidos nas periferias da cidade — espaços de acolhimento e de acompanhamento voltados justamente aos jovens que se encontram distantes de referências familiares e comunitárias.

Os comentários foram feitos após os distúrbios que, no mesmo fim de semana, atingiram também a França e tiveram repetição em Milão. O vigário episcopal para a Educação da Arquidiocese de Milão é a autoridade eclesiástica responsável pela área educacional da Igreja na capital lombarda.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Viúvo, aposentado, pai de 2 filhos. Nasci em Medina, cresci em Belo Horizonte. Ex- servidor público, trabalhei vários anos na prefeitura de Belo Horizonte. Na sociedade civil atuei como Grande…

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