Última Hora
• "É traição": mecânica de namoro em GTA 6 vira polêmica e faz parceiras proibirem o jogo • Hora de renovar o setup: selecionamos ótimos notebooks em promoção na Amazon • Como funciona o novo sistema de troca de personagens em GTA 6? Rockstar explica • Nintendo Switch 2 com tela de 120 Hz baixa de preço no Magalu • Lachy Groom apoia startup indiana que visa manter aeronaves no ar por um ano • Europa agora trata o ChatGPT como um mecanismo de busca • Apple apresenta 'evidências chocantes' contra ex-funcionário acusado de roubar dados da empresa para a OpenAI • Relatório do Coaf indicou repasse adicional de Vorcaro para “Dark Horse”, diz revista • "É traição": mecânica de namoro em GTA 6 vira polêmica e faz parceiras proibirem o jogo • Hora de renovar o setup: selecionamos ótimos notebooks em promoção na Amazon • Como funciona o novo sistema de troca de personagens em GTA 6? Rockstar explica • Nintendo Switch 2 com tela de 120 Hz baixa de preço no Magalu • Lachy Groom apoia startup indiana que visa manter aeronaves no ar por um ano • Europa agora trata o ChatGPT como um mecanismo de busca • Apple apresenta 'evidências chocantes' contra ex-funcionário acusado de roubar dados da empresa para a OpenAI • Relatório do Coaf indicou repasse adicional de Vorcaro para “Dark Horse”, diz revista
Ver Todas

Lachy Groom apoia startup indiana que visa manter aeronaves no ar por um ano

Atualizado em 01/09/2026 às 17:05 schedule 3 min de leitura visibility 6 visualizações share 0 compartilhamentos star star star star star (0)
Lachy Groom apoia startup indiana que visa manter aeronaves no ar por um ano

Investidor do Vale do Silício aposta em startup indiana que quer manter aeronaves no ar por mais de um ano

O investidor solo Lachy Groom liderou uma rodada pré-seed de US$ 2,5 milhões na Alteon, startup de Bengaluru, na Índia, que desenvolve aeronaves autônomas capazes de permanecer no ar por mais de um ano. A técnica, inspirada no voo dos albatrozes, usa a energia dos ventos oceânicos para manter o equipamento em movimento sem depender de combustível ou baterias. O investidor decidiu apostar na empresa nos primeiros 30 minutos da primeira reunião com o fundador, Samay Sanghvi, de 20 anos.

A Alteon projeta aeronaves de asa fixa que extraem energia do cisalhamento do vento sobre o oceano, em uma manobra chamada "dynamic soaring". A aeronave alterna entre camadas de ar em diferentes velocidades, ganhando impulso a cada ciclo. O plano inicial é usar os equipamentos para vigilância marítima, oferecendo aos governos visibilidade em tempo real das atividades em suas águas. O primeiro protótipo terá cerca de três metros de envergadura e voará próximo à superfície do mar, subindo e girando em correntes mais rápidas para repetir o ciclo.

A startup ainda não demonstrou que a aeronave consegue sustentar o voo apenas com a energia colhida do vento. Em um teste recente sobre a Baía de Bengala, o sistema autônomo completou sete ciclos em formato de "O" a mais de 100 km/h, voando a um metro da superfície da água. O próximo marco é o que Sanghvi chama de "dynamic soaring energeticamente neutro", quando a aeronave voaria com a propulsão desligada, extraindo do vento energia suficiente para permanecer no ar.

Especialistas ouvidos pela publicação reconhecem o potencial, mas apontam desafios. Um engenheiro aeroespacial que pesquisou o tema no MIT classificou o voo em baixa altitude como um "primeiro resultado promissor", mas destacou que provar a extração confiável de energia em condições reais será mais difícil, com turbulência, ondas, chuva e mudanças de luz. Outro pesquisador, doutor pelo IIT Madras, afirmou que a física é bem estabelecida e o esforço é louvável, mas que variações locais de vento podem complicar a operação contínua.

Sanghvi começou a trabalhar no projeto em 2023, logo após terminar o ensino médio, construindo e quebrando modelos controlados por rádio antes de desenvolver os primeiros protótipos. A Alteon foi formalmente fundada em 2025 e hoje tem uma equipe de 20 pessoas em Bengaluru, operando em uma instalação de cerca de 930 metros quadrados. A startup produz de quatro a cinco aeronaves por semana para testes e realizou mais de 200 voos experimentais nos últimos 30 dias.

Esta matéria foi publicada primeiro em Tecnologia · TechCrunch e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra