Última Hora
• Após empate no Beira-Rio, Marlon pede eficácia ao Grêmio para avançar à semi • Palmeiras vira sobre o Fluminense e abre vantagem na ponta do Brasileiro sub-17 • Campanhas políticas utilizam psicologia para influenciar escolha dos eleitores • O que está travando o avanço do processo contra Fauci nos EUA • Lula diz que não conhece Roberta Luchsinger, mas fotos mostram os dois juntos • Universidades dos EUA restringem inteligência artificial com base em diretriz papal • Equador, EUA e Colômbia preparam operações militares conjuntas contra grupos do narcotráfico • Lula nega relação com lobista e minimiza acusações contra Lulinha e aliados • Após empate no Beira-Rio, Marlon pede eficácia ao Grêmio para avançar à semi • Palmeiras vira sobre o Fluminense e abre vantagem na ponta do Brasileiro sub-17 • Campanhas políticas utilizam psicologia para influenciar escolha dos eleitores • O que está travando o avanço do processo contra Fauci nos EUA • Lula diz que não conhece Roberta Luchsinger, mas fotos mostram os dois juntos • Universidades dos EUA restringem inteligência artificial com base em diretriz papal • Equador, EUA e Colômbia preparam operações militares conjuntas contra grupos do narcotráfico • Lula nega relação com lobista e minimiza acusações contra Lulinha e aliados
Ver Todas

“Forças terríveis”: renúncia de Jânio Quadros faz 65 anos

Atualizado em 22/08/2026 às 16:35 schedule 1 min de leitura visibility 21 visualizações share 0 compartilhamentos star star star star star (0)
“Forças terríveis”: renúncia de Jânio Quadros faz 65 anos

Há exatos 65 anos, em 25 de agosto de 1961, o então presidente Jânio Quadros apresentou um bilhete de renúncia ao mandato, em meio a uma crise institucional. Ele havia assumido o cargo em 31 de janeiro daquele ano, após vencer a eleição de outubro de 1960 com 48% dos votos, mas permaneceu menos de um ano no poder.

Na carta, Jânio afirmava ter sido “vencido pela reação” e citava “forças terríveis” que se levantavam contra ele. A renúncia ocorreu enquanto o vice-presidente João Goulart estava em missão oficial na China. A crise foi temporariamente contornada com a adoção do parlamentarismo, em setembro de 1961, regime que vigorou até o plebiscito de janeiro de 1963, quando o presidencialismo foi restaurado.

O governo de Goulart, porém, seguiu em conflito com o Congresso e foi derrubado pelos militares em 1964. O Brasil só voltaria a eleger um presidente pelo voto popular em 1989.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Sobre o autor

Por Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra