Última Hora
• Ministério da Justiça pede investigação sobre possíveis violações da Meta • Presidente do PT quer confronto entre Lula e Flávio • Cleitinho reafirma apoio a Flávio após aceno de Lula em Minas Gerais • O que explica o crescimento das redes bilionárias de SC em meio à crise do varejo  • Estratégia da direita para público feminino sai vitoriosa e elege mais candidatas • Advogado de Trump pede processo de impeachment após voto de Moraes para tornar Eustáquio réu • 'No Brasil, rico fica mais rico dormindo, e pobre trabalha para pagar juros', diz fundador da Petz • Por que os EUA estão retomando o pelotão de fuzilamento como método de execução • Ministério da Justiça pede investigação sobre possíveis violações da Meta • Presidente do PT quer confronto entre Lula e Flávio • Cleitinho reafirma apoio a Flávio após aceno de Lula em Minas Gerais • O que explica o crescimento das redes bilionárias de SC em meio à crise do varejo  • Estratégia da direita para público feminino sai vitoriosa e elege mais candidatas • Advogado de Trump pede processo de impeachment após voto de Moraes para tornar Eustáquio réu • 'No Brasil, rico fica mais rico dormindo, e pobre trabalha para pagar juros', diz fundador da Petz • Por que os EUA estão retomando o pelotão de fuzilamento como método de execução
Ver Todas

Competitividade do mercado de carbono moderniza conservação florestal

Por Ivan Marra
Atualizado em 02/09/2026 às 18:20 schedule 2 min de leitura visibility 15 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

Um projeto de conservação florestal em Caracaraí (RR) aposta em monitoramento tecnológico e ações socioambientais para tornar competitiva a preservação de uma área de 14 mil hectares no mercado de carbono. A iniciativa, da empresa paulista ZEG (Zero Emission Goal), foi apresentada como alternativa ao desmate legal autorizado a um produtor rural de soja de Goiás, dono da propriedade.

Com investimento de R$ 20 milhões, o modelo inclui torre de monitoramento com câmeras e inteligência artificial para detecção de focos de incêndio, certificação dos estoques de carbono e apoio a cerca de 36 famílias extrativistas de castanha-do-Pará do entorno, que se organizaram na Associação Agroextrativista do Município de Caracaraí (Agrocar). A área teve a cadeia dominial remontada e o proprietário cedeu o direito real de superfície por 40 anos, período do contrato de comercialização dos créditos.

O estoque de carbono ainda não foi vendido, mas o projeto já recebeu classificação AA da agência BeZero, a primeira nota dupla A para um projeto de desmatamento evitado na Amazônia, segundo a empresa.

Esta matéria foi publicada primeiro em Meio ambiente · Agência Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Meio ambiente Focos de incêndio no Amazonas diminuem após ação de força-tarefa Mais de 300 focos de incêndio florestal foram extintos, nos últimos cinco dias, pelas equipes da força-tarefa… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra