Última Hora
• Mais de 4 mil seções eleitorais tiveram locais de votação alterados • Rio: reserva marinha alia proteção ambiental com atividades econômicas • José Sarney recebe alta hospitalar após nove dias de internação • Recife vai sediar maior festival de animação do Brasil, o Animage • Chuvas provocam alagamentos e deslizamentos pelo interior paulista • Flávio promete governar com “amor” e aliados reforçam Flaviômetro • Ex-ministros e acadêmicos assinam manifesto de apoio a Lula • Ministério da Justiça pede investigação sobre possíveis violações da Meta • Mais de 4 mil seções eleitorais tiveram locais de votação alterados • Rio: reserva marinha alia proteção ambiental com atividades econômicas • José Sarney recebe alta hospitalar após nove dias de internação • Recife vai sediar maior festival de animação do Brasil, o Animage • Chuvas provocam alagamentos e deslizamentos pelo interior paulista • Flávio promete governar com “amor” e aliados reforçam Flaviômetro • Ex-ministros e acadêmicos assinam manifesto de apoio a Lula • Ministério da Justiça pede investigação sobre possíveis violações da Meta
Ver Todas

Comissão aprova MP da taxa das blusinhas: texto segue a plenários

Por Ivan Marra
Atualizado em 02/09/2026 às 19:10 schedule 3 min de leitura visibility 19 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

Comissão aprova MP da taxa das blusinhas: texto segue a plenários

A Comissão Mista do Congresso Nacional que analisa a medida provisória (MP) da “taxa das blusinhas” aprovou, nesta quarta-feira (2), o texto que zera o imposto de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 (cerca de R$ 257) feitas pela internet por meio de remessas postais. A proposta segue agora para análise dos plenários da Câmara e do Senado. A expectativa é de que a MP 1.357 de 2026, editada pelo Executivo, seja votada nas duas Casas ainda nesta semana, pois perde a validade na próxima terça-feira (8).

A relatora da MP, senadora Leila Barros (PDT-DF), defendeu a aprovação e citou a isenção de tributos federais para brasileiros que viajam ao exterior e podem adquirir até US$ 1 mil em compras sem pagar impostos. “Há uma clara assimetria entre o tratamento das compras internacionais feitas pelos mais ricos e aquelas realizadas pelas famílias mais carentes. Tributar pesadamente essa remessa, ao mesmo tempo em que se preserva a generosa isenção de bagagem, equivale a proteger o consumo do mais rico e onerar o do mais pobre”, justificou.

Leila Barros fez alterações no texto enviado pelo Executivo e acatou emenda que zera o imposto de importação de medicamentos que não têm versão similar no Brasil. O parecer também reduz de 60% para 30% a alíquota de importação para compras de até US$ 3 mil por remessas postais vindas do exterior. A mudança foi criticada pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), que argumentou que a redução das alíquotas deve prejudicar os produtores nacionais. “Nós somos favoráveis de não taxar. Agora, temos que ter isonomia. Como é que nós vamos incentivar o trabalhador chinês em detrimento do nosso trabalhador aqui?”, questionou.

O relatório ainda inclui a previsão de avaliação periódica pelo Ministério da Fazenda para analisar os efeitos econômicos da isenção. Segundo a assessoria da relatora, a alteração atende a uma preocupação do setor produtivo e busca garantir dados e transparência para acompanhar os resultados da política. A Fazenda deverá apresentar o primeiro relatório em novembro deste ano, com novas avaliações a cada seis meses, com indicadores como emprego e renda, competitividade nacional e arrecadação. O regime diferenciado também passará por avaliação anual do Congresso Nacional.

A MP sofre oposição de setores empresariais nacionais, que alegam “concorrência desleal” de empresas estrangeiras, especialmente da China. O governo argumenta que a medida favorece o consumo popular e contribui para formalizar as operações, reduzindo a informalidade e a evasão fiscal. O texto aprovado também impõe novas obrigações a plataformas digitais e operadores logísticos, como garantir a rastreabilidade dos vendedores estrangeiros, monitorar padrões anormais de remessas, manter registros eletrônicos e cooperar com a Receita Federal. O descumprimento pode gerar penalidades que vão de advertência a multa proporcional às transações com produtos ilegais, suspensão temporária das atividades e, em casos graves, proibição de operar no mercado nacional.

Esta matéria foi publicada primeiro em Política · Agência Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Politica José Sarney recebe alta hospitalar após nove dias de internação Após nove dias de internação, o ex-presidente da República, José Sarney, de 96 anos, recebeu alta hospitalar… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra