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Brasil pode voltar a ser a 8ª maior economia, apesar de dívida em alta e desaceleração

Por Ivan Marra
Atualizado em 01/11/2026 às 07:35 schedule 2 min de leitura visibility 7 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O Brasil deve retomar o posto de oitava maior economia do mundo em 2027, segundo o relatório Perspectivas da Economia Mundial, do Fundo Monetário Internacional (FMI). O estudo estima que o PIB brasileiro alcançará US$ 2,8 trilhões no próximo ano, ante US$ 2,66 trilhões em 2026, quando o país deve encerrar o ano na décima colocação. A projeção foi apresentada na semana passada em Bangkok, na Tailândia.

Itália e Rússia, que hoje aparecem à frente do Brasil, devem ser ultrapassadas. A margem, porém, é apertada: o PIB brasileiro fica apenas 1,1% acima do italiano, vantagem que uma oscilação cambial pode reverter. O FMI projeta crescimento de 0,8% para a Itália em 2026 e de 0,6% em 2027, enquanto a Rússia deve avançar 0,9% em cada um dos dois anos. O ranking considera o PIB nominal convertido em dólares, indicador que varia também conforme o câmbio e o desempenho dos demais países.

Segundo a vice-diretora do Departamento do Hemisfério Ocidental do FMI, Anna Corbacho, o país se beneficia do status de exportador líquido de petróleo e de termos de troca mais fortes no ciclo de commodities, além de uma matriz elétrica com fontes renováveis. O consumo doméstico segue firme, mas o Fundo alerta para a necessidade de controlar as despesas públicas e conter o avanço da dívida do governo.

Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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