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Bombardeio russo atinge escola utilizada como centro de ajuda humanitária

Por Celso Rafael
Atualizado em 04/11/2026 às 06:05 schedule 2 min de leitura visibility 7 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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Um bombardeio das forças russas contra uma escola usada como centro de distribuição de ajuda humanitária deixou pelo menos 29 mortos na segunda-feira, 2 de novembro, em Komyshuvakha, na região de Zaporizhzhia, no sudeste da Ucrânia. O ataque também feriu cinco pessoas, segundo os serviços de emergência ucranianos. Nesta terça-feira, o chefe da administração regional de Zaporizhzhia, Mykhailo Semikin, informou que há 48 desaparecidos.

O número de vítimas cresceu ao longo das operações de resgate. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, havia informado inicialmente 18 mortos; os serviços de emergência elevaram o balanço para 24 e, em seguida, para pelo menos 29. A escola não realizava atividades letivas porque a localidade fica próxima à linha de frente. O prédio servia de abrigo e ponto semanal de distribuição de alimentos e suprimentos essenciais aos moradores que permaneceram na região.

Entre os mortos estão dois integrantes dos serviços de emergência e quatro policiais que chegaram ao local após os primeiros bombardeios. Segundo as autoridades ucranianas, eles buscaram abrigo diante do risco de novos ataques, mas uma segunda onda de bombardeios atingiu a área e destruiu parte das instalações da escola, o ginásio esportivo e uma construção anexa. Outros dois socorristas ficaram feridos e receberam atendimento hospitalar. As buscas enfrentaram dificuldades pela continuidade de ataques com drones nas proximidades.

Zelensky condenou o bombardeio e afirmou que as forças russas sabiam que o local era usado regularmente para a distribuição de ajuda humanitária. O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, classificou a ofensiva como um ataque bárbaro e cínico. O Ministério da Defesa russo afirmou que suas forças tinham como alvo unidades militares ucranianas nas proximidades de Komyshuvakha e de outras localidades da região, e declarou que até 25 militares ucranianos teriam sido mortos — versão não corroborada de maneira independente pelas informações disponíveis.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Viúvo, aposentado, pai de 2 filhos. Nasci em Medina, cresci em Belo Horizonte. Ex- servidor público, trabalhei vários anos na prefeitura de Belo Horizonte. Na sociedade civil atuei como Grande…

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