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Amigos que partem e ficam!: memória de quantos nos marcaram e Deus já chamou

Por Celso Rafael
Atualizado em 27/10/2026 às 14:05 schedule 2 min de leitura visibility 6 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
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O início de novembro conduz os fiéis, todos os anos, à celebração de Todos-os-Santos e dos Fiéis Defuntos. A data convida a uma memória agradecida daqueles que marcaram a vida de cada um e que, segundo a fé cristã, Deus já chamou.

É nesse contexto que o padre João Aguiar Campos é lembrado. Jornalista, poeta e escritor, ele é evocado como figura de grande relevância. A lembrança ganha força com a retomada de sua última obra, os "Cochichos", publicada dois meses antes de sua morte.

A passagem da celebração litúrgica para a memória pessoal é apresentada como movimento natural: quer se queira, quer não, o início de novembro leva a recordar amigos que partiram. O texto destaca que essas lembranças visitam com frequência e que a evocação do padre Aguiar Campos se impõe pela força de sua trajetória e de sua produção intelectual.

A obra "Cochichos", por ter sido lançada tão próxima ao falecimento do autor, assume um significado particular nesse exercício de memória. Ela reúne a dimensão de jornalista, poeta e escritor que marcou a atuação do padre, cuja figura é descrita como enorme.

Assim, a celebração de Todos-os-Santos e Fiéis Defuntos se entrelaça com a recordação concreta de pessoas que deixaram marca. O início de novembro, mais do que uma data no calendário, torna-se ocasião de gratidão por aqueles que partiram e permanecem na memória dos que ficaram.

Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

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Viúvo, aposentado, pai de 2 filhos. Nasci em Medina, cresci em Belo Horizonte. Ex- servidor público, trabalhei vários anos na prefeitura de Belo Horizonte. Na sociedade civil atuei como Grande…

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