Papa: o progresso da ciência deve crescer junto à responsabilidade com os mais vulneráveis
O Papa recebeu em audiência os participantes da plenária da Pontifícia Academia das Ciências e retomou reflexões apresentadas na "Magnifica humanitas" sobre as possibilidades e os riscos da inteligência artificial. No encontro, o pontífice tratou do impacto ainda incerto dessas ferramentas, mas apontou um futuro promissor para o campo científico.
Segundo a mensagem transmitida aos acadêmicos, o progresso científico "deve ser acompanhado por um crescimento da responsabilidade". A afirmação foi dirigida aos desafios de um meio ambiente em transformação e, de modo especial, aos vulneráveis, que são os mais afetados pelas mudanças em curso.
O Papa também defendeu que a cultura científica seja inovadora, mas ao mesmo tempo responsável e inclusiva. A combinação entre avanço técnico e compromisso ético apareceu como eixo central da fala, que retomou pontos já desenvolvidos na "Magnifica humanitas" a respeito das tecnologias emergentes.
Ao tratar da inteligência artificial, o pontífice mencionou tanto as oportunidades quanto os riscos associados ao uso dessas ferramentas, cujos efeitos ainda são de difícil previsão. Diante desse cenário, a responsabilidade com os mais frágeis foi apresentada como critério indispensável para orientar o desenvolvimento científico.
O encontro ocorreu durante a plenária da Pontifícia Academia das Ciências. Os detalhes adicionais da audiência não constam no material disponível.
Esta matéria foi publicada primeiro em Religião · Vatican News PT e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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