Última Hora
• Papa: obrigado a Deus pela generosidade e aos fiéis pelas orações • Cardeal Parolin: que o direito governe a IA, eliminando as desigualdades • Diocese de Bafatá aprova 1° projeto pastoral trienal do Episcopado de D. Quematcha • Chuvas voltam a ganhar força na maior parte do país • Municípios terão que prestar contas sobre gestão de praias • Comitê da Meta aponta falhas de moderação nas eleições brasileiras • Lula confirma PEC da Tarifa Zero; Flávio tem apoio de sertanejos • Inter e Bragantino avançam às semifinais da Copa do Brasil Feminina • Papa: obrigado a Deus pela generosidade e aos fiéis pelas orações • Cardeal Parolin: que o direito governe a IA, eliminando as desigualdades • Diocese de Bafatá aprova 1° projeto pastoral trienal do Episcopado de D. Quematcha • Chuvas voltam a ganhar força na maior parte do país • Municípios terão que prestar contas sobre gestão de praias • Comitê da Meta aponta falhas de moderação nas eleições brasileiras • Lula confirma PEC da Tarifa Zero; Flávio tem apoio de sertanejos • Inter e Bragantino avançam às semifinais da Copa do Brasil Feminina
Ver Todas

Municípios terão que prestar contas sobre gestão de praias

Por Celso Rafael
Atualizado em 21/10/2026 às 12:20 schedule 2 min de leitura visibility 4 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

As prefeituras que aderiram ao Termo de Adesão à Gestão de Praias têm até 12 de dezembro para enviar à União um relatório sobre a administração das praias e orlas federais sob sua responsabilidade. O documento deve reunir dados sobre as condições ambientais, o uso das áreas, a infraestrutura disponível e a forma de gestão adotada pelos municípios.

O relatório também precisa detalhar as áreas de uso comum com exploração econômica, como calçadões, praças e parques públicos, além das ações realizadas pela prefeitura ao longo do ano. A prestação de contas é uma contrapartida prevista no termo assinado com a União.

O Brasil tem 279 municípios litorâneos. Desses, 80 já assinaram o Termo de Adesão à Gestão de Praias. Pelo acordo, as prefeituras passam a receber a receita gerada pelo uso dessas áreas e, em troca, se comprometem com a fiscalização dos espaços e com a elaboração de um plano integrado de gestão.

O termo abrange a faixa de areia, o calçadão e a parte utilizada pelos banhistas. Não estão incluídas as chamadas áreas de marinha — a faixa de terra que vai do ponto máximo atingido pela maré até 33 metros em direção ao continente, também pertencente à União.

Esses terrenos estão no centro de uma polêmica envolvendo a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 2/2022, conhecida como PEC das Praias, de autoria do deputado Arnaldo Jordy (Cidadania-PA). A proposta prevê a transferência de parte da área de marinha para estados, municípios ou particulares e recebeu críticas por permitir a privatização de áreas que dão acesso às praias.

Esta matéria foi publicada primeiro em Meio ambiente · Agência Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Politica Comitê da Meta aponta falhas de moderação nas eleições brasileiras O Comitê de Supervisão da Meta, a corporação digital norte-americana que controla Facebook, Instagram e… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Celso Rafael

Quem sou eu

Viúvo, aposentado, pai de 2 filhos. Nasci em Medina, cresci em Belo Horizonte. Ex- servidor público, trabalhei vários anos na prefeitura de Belo Horizonte. Na sociedade civil atuei como Grande…

Mais de Celso Rafael