Esquema milionário: o canabidiol sem licitação de Lulinha
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o inquérito que investiga a participação de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, em uma ação de lobby no governo seja enviado à primeira instância da Justiça. O órgão alega que não há autoridades com foro privilegiado envolvidas no caso. A decisão caberá ao ministro André Mendonça, relator de dois inquéritos na Corte que envolvem Lulinha.
O caso ganhou repercussão após a revelação da minuta de um contrato para fornecimento de remédios à base de canabidiol ao Ministério da Saúde, com dispensa de licitação. O valor do contrato seria de R$ 626 milhões, com lucro estimado de 20% aos operadores do esquema, o que representa mais de R$ 120 milhões. Esses e outros temas serão debatidos no programa Última Análise desta quinta-feira (20), com a participação do escritor Francisco Escorsim, do professor da FGV Daniel Vargas e do jurista Enio Viterbo.
Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
Palavras-Chave
Comentários nesta matéria
Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.
Ainda não há comentários publicados nesta matéria.
Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).
Entrar para comentar