Última Hora
• Herrera celebra gol da vitória do Bragantino sobre o Cruzeiro • Gerson pede desculpas à torcida após derrota que tirou o Cruzeiro do G5 • Cruzeiro perde do RB Bragantino e sai do G5 do Brasileirão • Botafogo-SP vence Ceará e ganha fôlego contra o Z4 na Série B • Polícia do Rio apreende armas após morte de suboficial do Bope • Carrick vê Manchester United pronto para reagir na Liga dos Campeões • Artilheiro do Brasileirão, Viveros celebra goleada do Athletico-PR e exalta torcida • Criciúma vence já rebaixado América-MG e mira G2 da Série B • Herrera celebra gol da vitória do Bragantino sobre o Cruzeiro • Gerson pede desculpas à torcida após derrota que tirou o Cruzeiro do G5 • Cruzeiro perde do RB Bragantino e sai do G5 do Brasileirão • Botafogo-SP vence Ceará e ganha fôlego contra o Z4 na Série B • Polícia do Rio apreende armas após morte de suboficial do Bope • Carrick vê Manchester United pronto para reagir na Liga dos Campeões • Artilheiro do Brasileirão, Viveros celebra goleada do Athletico-PR e exalta torcida • Criciúma vence já rebaixado América-MG e mira G2 da Série B
Ver Todas

Eleições 2026: mulheres negras divulgam manifesto para candidaturas

Por Ivan Marra
Atualizado em 27/08/2026 às 21:50 schedule 2 min de leitura visibility 64 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

Ativistas e lideranças negras lançaram, em Brasília, o Manifesto Político das Mulheres Negras do Brasil: O Pacto do Bem Viver e as Eleições 2026. Coordenado pela Articulação de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB), o documento propõe um sistema político focado no Bem Viver, com justiça, equidade, solidariedade e vida digna no centro das decisões e da formulação de políticas públicas.

A proposta do feminismo negro coloca as mulheres pretas e pardas no centro do processo político, como cidadãs, eleitoras, lideranças em seus territórios e candidatas a cargos políticos. O manifesto defende que elas não sejam vistas apenas como destinatárias de ações para diminuir desigualdades, mas como capazes de gestão e imaginação, tornando a presença nas casas legislativas e no executivo uma prioridade absoluta.

“Precisamos ter voz, sermos ouvidas. O manifesto é uma proposta de sociedade maravilhosa, porque a gente gosta da partilha justa e do cuidado mútuo”, afirma Isabel Faroni, diretora do Instituto Akanni. A coordenadora nacional da Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB), Jolúzia Batista, explica que a luta é por igualdade, justiça e reparação, para corrigir desigualdades estruturais originadas por mais de três séculos de escravidão no Brasil. Segundo ela, o documento reúne diretrizes para candidatos e governantes, com uma leitura da realidade para que a sociedade possa cobrar e efetivar as propostas.

Esta matéria foi publicada primeiro em Política · Agência Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Educação Portugal. “Ecologia Digital”: “nós não existimos sem relação cara a cara” No livro “Ecologia Digital” a Universidade Católica Portuguesa propõe uma reflexão crítica sobre os desafios… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra