Última Hora
• Aldeias Guarani Kaiowá vão receber proteção da Força Nacional • Zanotti lamenta vice do Corinthians na Libertadores feminina: “Noite para ser esquecida” • Corinthians perde do Cruzeiro nos pênaltis e fica com vice da Libertadores feminina • Palmeiras vence Ajax de virada e avança à final da Messi Cup • Veja as fotos de Corinthians x Cruzeiro pela final da Libertadores feminina • Náutico vence o Avaí e garante permanência na Série B • Juventude busca empate contra o Vila Nova e dorme na liderança da Série B • Liverpool x Arsenal: horário, onde assistir e prováveis escalações pelo Inglês • Aldeias Guarani Kaiowá vão receber proteção da Força Nacional • Zanotti lamenta vice do Corinthians na Libertadores feminina: “Noite para ser esquecida” • Corinthians perde do Cruzeiro nos pênaltis e fica com vice da Libertadores feminina • Palmeiras vence Ajax de virada e avança à final da Messi Cup • Veja as fotos de Corinthians x Cruzeiro pela final da Libertadores feminina • Náutico vence o Avaí e garante permanência na Série B • Juventude busca empate contra o Vila Nova e dorme na liderança da Série B • Liverpool x Arsenal: horário, onde assistir e prováveis escalações pelo Inglês
Ver Todas
Voltar para Economia

BC reduz juros básicos para 13,75% ao ano

Por Ivan Marra
Atualizado em 17/09/2026 às 07:20 schedule 3 min de leitura visibility 40 visualizações share 0 compartilhamentos (0)
mail

O Banco Central (BC) cortou os juros básicos da economia pela quinta vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 13,75% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.

Em comunicado, o Copom afirmou que o ambiente externo permanece incerto por causa da indefinição sobre os conflitos armados no Oriente Médio e da incerteza sobre a política monetária em algumas economias avançadas. Segundo o colegiado, esse cenário exige cautela por parte dos países emergentes, em um ambiente marcado pela elevação da volatilidade dos preços de ativos e de commodities.

De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros em abril, em um cenário de queda da inflação. O agravamento da guerra no Oriente Médio e o início do fenômeno El Niño, no entanto, dificultam o trabalho do comitê.

A reunião ocorreu com o Copom desfalcado, porque o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Diego Guillen, expirou no fim de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda não encaminhou ao Congresso Nacional as indicações dos substitutos.

A Selic é o principal instrumento do BC para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em agosto, o índice ficou negativo em 0,32%, o menor nível em quatro anos, beneficiado pelo bônus de Itaipu nas contas de luz. No acumulado de 12 meses, recuou para 4,22%, contra 4,44% em julho. O preço dos alimentos também contribuiu para a queda, com recuo de 0,34% no mês. O início do El Niño, porém, deverá encarecer a comida nos próximos meses, o que representa um desafio adicional para a política monetária.

Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro de 2025, a meta de inflação perseguida pelo BC é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo — limite inferior de 1,5% e superior de 4,5%. No modelo, a meta é apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de junho, o BC elevou de 3,9% para 5,2% a previsão do IPCA em 2026, estimativa que será revista por causa da recente queda da inflação. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,9%, acima do teto da meta. Antes do início da guerra no Oriente Médio, as estimativas estavam em 3,95%.

A redução da Selic impulsiona a economia, porque juros mais baixos barateiam o crédito e estimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas menores dificultam o controle da inflação. No último Relatório de Política Monetária, o BC elevou para 2% a previsão de crescimento da economia em 2026. O mercado projeta expansão mais baixa: segundo a última edição do Focus, os analistas preveem crescimento de 1,89% do PIB em 2026, ante estimativa de 1,98% há quatro semanas.

Esta matéria foi publicada primeiro em Economia · Agência Brasil e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.

Leia a seguir Economia Aneel mantém bandeira tarifária verde em novembro Pelo segundo mês consecutivo, as contas de luz não terão cobrança de tarifa extra, informou nesta sexta-feira… Continuar leitura arrow_forward

Continue neste assunto

Palavras-Chave

Comentários nesta matéria

Comentário público sobre este texto. Após envio, a redação analisa antes de publicar. Para proposta de pauta ou assuntos privados, use mensagem à redação na sua conta.

Ainda não há comentários publicados nesta matéria.

Sua avaliação desta matéria

Clique nas estrelas para avaliar — pediremos que entre com seu e-mail.

Entre com seu e-mail para comentar nesta matéria (enviamos um link rápido, sem cadastro longo).

Entrar para comentar

Por

Ivan Marra

Quem sou eu

Sou desenvolvedor de software fullstack com mais de 20 anos de experiência na criação de soluções inteligentes, seguras e escaláveis. Atuo desde o backend até o design de interfaces, unindo…

Mais de Ivan Marra