"A resiliência não é feita de cimento, mas de capital social e de presença", diz bispo na Indonésia
Em meio aos esforços de reconstrução após desastres naturais, um bispo na Indonésia chama a atenção para um fator frequentemente negligenciado: a força dos laços comunitários. Dom Siprianus Hormat, bispo de Ruteng, afirmou que a velocidade de recuperação das comunidades atingidas depende menos da extensão dos danos ou do volume de ajuda recebida e mais da solidez das redes sociais existentes antes da tragédia.
“A resiliência, em outras palavras, é construída antes”, observou o bispo. Para ele, a caridade não é apenas um belo substantivo, mas um verbo: levantar, apoiar, curar, ouvir, conectar e acompanhar. A declaração reforça a ideia de que o capital social acumulado ao longo do tempo é tão essencial quanto a infraestrutura física na resposta a emergências.
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