A Converse e a estupidez “woke”
A Converse retirou do ar uma campanha publicitária após a imagem ser acusada de racismo e de fazer alusão à Ku Klux Klan (KKK). Segundo a coluna de Paulo Cruz, a foto original foi cortada, ampliada e escurecida por críticos, de modo a produzir a impressão que desejavam. A peça contava com a participação da cantora sul-coreana Karina, do grupo de k-pop Aespa, embaixadora da marca, em pé no centro de uma estrela de luz, segurando um par de tênis Chuck 70 X.
De acordo com o texto, ao escurecer a imagem, o braço que segura o par de tênis ficou na penumbra, fazendo parecer que se tratava de alguém enforcado, enquanto a luz da estrela sobre a perna da artista foi associada a um capuz da KKK. A campanha, aparentemente destinada ao mercado global e com forte presença na Ásia, não permitiria inferir uma mensagem subliminar dirigida ao público americano. Após a repercussão, a Converse apagou as fotos e pediu desculpas.
Para o colunista, o episódio configura uma histeria coletiva e uma atitude de correção política que, segundo ele, precisa ser retirada do debate público.
Esta matéria foi publicada primeiro em Brasil · Gazeta do Povo e republicada aqui com tratamento editorial (síntese dos pontos mais relevantes), a partir de feed RSS. Ver publicação original.
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